Autor: “Correia da Fonseca*”

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Mudar, disse ele

Correia da Fonseca*    16.Abr.11    Colaboradores

Correia da FonsecaOs responsáveis pela crise são, além do mais, cobardes. Querem esconder-se por detrás da mentira de que “todos somos responsáveis” e vão prosseguindo a linha do “temos de mudar de vida”. Quando o povo decidir efectivamente mudar de vida, vão verificar que não era essa a mudança em que estavam a pensar.

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Notícias da pior América

Correia da Fonseca*    13.Mar.11    Colaboradores

Correia da Fonseca“… não é frequente, longe disso, que a TV nos permita olhar para dentro dos Estados Unidos sem que o façamos através das lentes cor-de-rosa que o imperialismo mediático impõe aos seus súbditos e de que a televisão portuguesa é devotada utilizadora.”
Mas às vezes, raras, acontece…

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A contemporaneidade de Cyrano Bergerac

Correia da Fonseca*    05.Mar.11    Colaboradores

Correia da Fonseca“Por falta de integração na modernidade, e mais especificamente na modernidade mediática, faz-me alguma confusão à cabeça que uma revolução vitoriosa, executada pelas massas populares em países do chamado Terceiro Mundo, possa ter sido resultado de convocações pelo Facebook, pelo Twitter ou, mais generalizadamente, pela Net.”

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O direito de antena dos monopolistas

Correia da Fonseca*    26.Feb.11    Colaboradores

Correia da Fonseca“… os cidadãos que já sofrem este governo e estão ameaçados de sofrer um futuro «ministério Passos Coelho» (o homem gabou-se de até já ter escolhido ministros!) podem facilmente aperceber-se do (seu) projecto. Bastará talvez prestarem a merecida atenção às palavras de Soares dos Santos, Belmiro (de Azevedo), e outros de idêntica cepa, designadamente alguns que fazem a colheita de milhões recolhidos no terreno, para eles fértil, da gestão de grandes empresas.

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Doença crónica
Atesta a qualidade para comentador da TV

Correia da Fonseca*    19.Feb.11    Destaques

Correia da FonsecaAos defensores do sistema, sejam eles políticos, analistas, politólogos ou comentadores, as TVs e os restantes órgãos de comunicação mal apelidados “de referência” tudo perdoam e esquecem, até plágios, como bem sabe, por exemplo, Francisco Louçã.
Apenas se lhes exige que comprovem ser portadores de “Doença crónica [que ateste] a qualidade para comentador da TV”: o anti-comunismo, seja ele declarado ou subtilmente disfarçado.

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