Autor: “Diana Johnstone ”

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Os efeitos nocivos dos “Antifa” nos EUA

Diana Johnstone    18.Nov.17    Outros autores

Este texto dá conta de um movimento recente nos EUA pouco conhecido entre nós: o Antifa. A autora (de quem foi recentemente publicado o livro «Rainha do caos», sobre Hillary Clinton) tem suficiente experiência política para saber do que fala. E, para além do que fala, o que se lê nas entrelinhas é a alarmante situação de boa parte do progressismo americano, ideológica e politicamente à deriva.

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Qual foi o maior assassino?
Milosevic ou Holbrooke?

Diana Johnstone *    16.Ene.11    Outros autores

Diana JohnstoneCom uma larga folha corrida ao serviço do imperialismo e do terrorismo de Estado, Richard Holbrooke tornou-se conhecido com a sua participação na invasão das Balcãs pela NATO. Mas a sua história ao serviço do mais sórdido do imperialismo dos norte-americano começou a ser conhecida pela sua intervenção em Timor Leste, vão lá mais de 30 anos…
“Em 1977, após a Indonésia invadir Timor Leste e começar a massacrar o povo desta ex-colónia Portuguesa, os Estados Unidos mandaram Holbrooke, supostamente para promover «os direitos humanos», mas na verdade para ajudar a armar a ditadura de Suharto contra os timorenses. Às vezes, arma-se o governo contra os rebeldes e, por vezes, os rebeldes contra o governo, mas apesar da aparente contradição, o que é sempre coerente é a cínica exploração e o modo de exacerbar trágicos conflitos locais para expandir o poder imperial norte-americano todo o mundo.”

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Cercar a Rússia, visar a China: O verdadeiro papel da NATO na grande estratégia dos EUA

Diana Johnstone*    02.Dic.10    Outros autores

Diana JohnstoneEmbora escrito antes da Cimeira da NATO em Lisboa, este texto de Diana Johnstone mantém toda a actualidade. Depois de desmascarar os objectivos da NATO, a autora conclui:
“Os governos euro-atlânticos proclamam a sua «democracia» como prova do seu direito absoluto de intervir nos assuntos do resto do mundo. Com base na falácia de que os «direitos humanos são necessários para a paz», proclamam o seu direito a fazer a guerra.
Uma questão crucial é se a «democracia ocidental» ainda tem força para desmantelar esta máquina de guerra antes que seja tarde demais.”

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