Autor: “Edmilson Costa* ”

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Brasil, uma classe dominante truculenta, reacionária e entreguista. Quem quiser se iludir, que pague o preço!

Edmilson Costa*    11.Jul.18    Outros autores

«As classes dominantes brasileiras têm uma singularidade que as torna mais truculentas, preconceituosas e autoritárias que as outras: são filhas legítimas da Casa Grande e do desrespeito permanente aos trabalhadores ao longo de nossa história. Esse fenômeno é resultado de um histórico de dominação e impunidade que vem desde os tempos da colônia, com a escravidão.. Os mais de 300 anos de trabalho escravo no Brasil (foi o último País a abolir a escravatura) deixaram marcas profundas na sociedade brasileira e, especialmente, nas classes dominantes.»

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Decifra-me ou te devoro: reflexões sobre a crise actual e as tarefas da esquerda revolucionária no Brasil

Edmilson Costa*    30.Dic.17    Outros autores

Para o PCB, «duas principais tarefas se impõem para as forças revolucionárias e classistas: a) reorganização da esquerda, construção de um campo que construa um programa mínimo unitário para a nossa classe e que enfrente a política de conciliação derrotada ideologicamente no ciclo anterior mas ainda com forte presença nos aparatos de classe; b) reorganização do movimento operário e popular, a partir das bases, com a retomada dos sindicatos para o campo classista, das entidades estudantis para o campo da luta, intensificação do trabalho de organização nos bairros a partir de suas reivindicações específicas dos moradores, além de dar um novo sentido às suas associações e entidades representativas.»

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A encruzilhada da Venezuela: ou se aprofunda a revolução ou a direita e o imperialismo podem retomar o poder

Edmilson Costa*    06.Oct.17    Outros autores

Um notável documento em que o secretário-geral do PCB reune importante documentação e informação sobre a evolução e a história do processo bolivariano, sobre as suas potencialidades e contradições internas, sobre a violenta ofensiva do imperialismo e da oligarquia local. O processo bolivariano encontra-se numa encruzilhada decisiva. Defronta inimigos poderosíssimos. Mas sairá vitorioso se souber mobilizar e organizar a força do povo, e o povo se assumir como protagonista central.

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Depositar esperanças num regresso de Lula é um erro grave

Edmilson Costa*    19.May.17    Outros autores

O resultado das lutas realizadas em 2017 terá um papel fundamental no futuro do Brasil. Há um enorme descontentamento e indignação na grande maioria da população contra o governo Temer, que se manifesta nas ruas, estádios de futebol, shows artísticos e que se condensou na greve geral de 28 de Abril. A luta de massas será decisiva. Portanto, depositar esperanças nas eleições de 2018 ou numa volta de Lula à presidência seria um erro grave. Os 13 anos de governos petistas já nos ensinaram o que não devemos repetir.

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Foi bonita a luta, Pá! Agora, é seguir na ofensiva até a derrubada do governo usurpador!

Edmilson Costa*    06.May.17    Outros autores

O Secretário-geral do PCB faz um balanço da magnífica greve-geral de 28 de Abril no Brasil. Cerca de 40 milhões de trabalhadores paralizaram o país contra as medidas do governo usurpador. O governo Temer teve do seu lado os grandes meios de comunicação e a brutalidade policial, mas sofreu um forte abalo. «A luta de classes mudou de patamar no Brasil». A dimensão desta greve criou novas condições e enormes novas responsabilidades para os que defendam a causa do povo.

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As ilusões revividas: o melancólico retorno dos órfãos da burguesia nacional no Brasil

Edmilson Costa*    29.Mar.17    Outros autores

A política de conciliação de classes e alianças com a burguesia é a principal responsável pela tragédia social e política que estamos atravessando. Foram as suas traições, erros e vacilações que possibilitaram a emergência desse governo que está aí. Nos tempos de governo petistas desarmou-se os trabalhadores para a luta, cooptou-se o movimento social, despolitizou-se a juventude. O resultado dessa trajetória é esse governo usurpador de Michel Temer.

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Transformar um grito rebelde de carnaval em luta organizada contra o governo corrupto

Edmilson Costa*    08.Mar.17    Outros autores

O carnaval popular difere muito do carnaval oficial, a festa sequestrada para os objetivos mercantilistas, praticamente privatizado, com escolas de samba patrocinadas por empresas, camarotes vendidos a preços de ouro para socialites nos sambódromos, samba-enredo sem muita criatividade, em grande parte encomendados por patrocinadores.
Mas o carnaval popular brasileiro, o carnaval da rua, recuperou este ano a sua libertação plena, um pouco por todo o País o povo ganhou as ruas, e por elas ecoou «o grito rebelde do Fora Temer, tornando-o a marca principal dos quatro dias de festa. Mais de cinco milhões de pessoas (talvez muito mais) resolveram transformar o carnaval numa festa política contra o governo usurpador. Tudo ocorreu de maneira espontânea: Não teve organização, nem direção, apenas veio a tona o sentimento que estava engasgado na garganta, numa apropriação coletiva, demonstrando a indignação e o descontentamento da população contra o governo ilegítimo e inimigo dos trabalhadores e da juventude».
Foi uma carnaval de luta, e de festa.

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