Autor: “Eugénio Rosa”

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Em 2018 a pobreza em Portugal aumentou entre a população activa e permanece elevada no total da população

Eugénio Rosa    04.Dic.19    Outros autores

Os dados do INE revelam que em 2018 se verificou uma redução diminuta da pobreza em Portugal (de 17,3% para 17,2%). Mas esta redução não se verifica em todos os segmentos da população. Registou-se, pelo contrário, um aumento do peso da pobreza quer na população empregada, quer no grupo de “desempregados,” cuja taxa de risco de pobreza tem aumentado de uma forma permanente desde 2015 e também entre 2017 em 2018. E o governo PS pretende manter e agravar a política de baixos salários, e impor aumentos de miséria nas pensões.

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A repartição em Portugal da riqueza criada (PIB) entre o “Trabalho” e o “Capital”, a evolução dos salários e o agravamento das desigualdades

Eugénio Rosa    18.Nov.19    Outros autores

O documento que publicamos é constituído por 23 “slides” utilizados num debate recente. Contêm dados actualizados sobre a evolução dos salários e dos custos da mão de obra em Portugal e na União Europeia e também sobre a repartição da riqueza criada no nosso país entre o “Trabalho” e o “Capital”. Dados do Eurostat, INE e Ministério do Trabalho. Serão úteis a todos aqueles que estão interessados em conhecer a situação real do nosso país nesta área fundamental para as condições de vida dos portugueses e também para quem esteja empenhado em defender os interesses e os direitos dos trabalhadores. Existe muita manipulação de dados neste campo, nomeadamente a nível da comunicação social, e é importante repor a verdade.

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O ruído mediático sobre os “prejuízos” do SNS e a realidade

Eugénio Rosa    17.Oct.19    Outros autores

As televisões e jornais noticiaram com grande aparato e em grandes “caixas” que o SNS tinha apresentado em 2018 prejuízos no montante de 848,2 milhões €. Faltou mencionar como foram gerados tais prejuízos: os gastos do SNS aumentaram 5,4% e as transferências do OE para o SNS diminuíram 0,6%. Menos dinheiro para a Saúde, porque o «défice zero» de Centeno está sempre presente. E, por diferentes vias, prossegue a privatização do SNS.

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A sustentabilidade da Segurança Social segundo António Costa

Eugénio Rosa    01.Oct.19    Outros autores

Em recente debate eleitoral com a participação os líderes dos partidos com assento na Assembleia da República, António Costa afirmou que com o seu governo “a sustentabilidade da Segurança Social havia sido alargada por mais 22 anos,” procurando criar a ideia de que nestes últimos 4 anos a sustentabilidade da Segurança Social tinha sido aumentada e mesmo consolidada com o governo do PS. Os números oficiais mostram, pelo contrário, que situação é pior do que em 2008 e 2012.

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A verdade sobre as transferências do Orçamento do Estado para o SNS

Eugénio Rosa    26.Sep.19    Outros autores

Mário Centeno declara que não corta nem cativa despesas de saúde. Apesar da ADSE ser financiada quase exclusivamente com os descontos dos trabalhadores e aposentados da Função Pública, no orçamento inicial apresentado ao governo este cortou, arbitrariamente e sem dar qualquer justificação, 50 milhões € nas despesas com saúde e 1,5 milhões € nas despesas de pessoal. Como consequência, no orçamento aprovado pelo Ministério das Finanças não existe verba suficiente para pagar as despesas de saúde do Regime convencionado e do Regime livre dos trabalhadores e aposentados da Função Pública em 2019. E como tudo isto já não fosse suficiente, em Fevereiro-2019 cativou mais 650.000€ nas despesas com pessoal.

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Investimento insuficiente em Portugal determina diminuição da produtividade e serve de justificação para baixos salários, mas até Junho de 2019 ficaram por utilizar 9.974 milhões € de fundos comunitários

Eugénio Rosa    19.Sep.19    Outros autores

A obsessão do défice impede a utilização plena dos fundos comunitários pois o Estado tem de entrar com uma parcela. Portugal podia ter utilizado 19.104 milhões € de fundos comunitários até Junho de 2019 mas só utilizou 9.130 milhões € (47,8% do total) ficando por utilizar 9.974 milhões €. A execução reduzida verificou-se em programas operacionais vitais para o aumento da produtividade, do crescimento económico e do desenvolvimento do país. O governo e os seus defensores respondem às críticas dizendo que os fundos não se perderam, e que ainda podem ser utilizados. Mas a não utilização ou o adiamento tem graves consequências para o país.

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Evolução negativa do poder de compra dos trabalhadores do sector privado, diminuição da produtividade, agravamento das desigualdades na distribuição da riqueza produzida

Eugénio Rosa    11.Sep.19    Outros autores

O governo de António Costa reconheceu (à beira das eleições) que os salários em Portugal são baixos. Em 2015, quando o actual governo tomou posse, a remuneração bruta regular média correspondia a 58,1% do valor do salário mínimo nacional, em 2019 corresponde já a 63,3%. Por este andar, em breve a remuneração bruta regular média dos trabalhadores em Portugal será apenas o salário mínimo nacional. Com a obsessão do “défice zero” e a insuficiência do investimento público e privado, a produtividade diminuiu. Para agravar a situação dos trabalhadores, a distribuição da riqueza criada no país tem-se agravado continuamente em benefício do capital. Se o PS minoritário consegue estes resultados, o que não faria se tivesse maioria absoluta.

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