Autor: “Eugénio Rosa”

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O governo descapitaliza a Segurança Social, não cumprindo as suas próprias leis

Eugénio Rosa    15.Oct.20    Outros autores

O governo publicou após o início da pandemia leis concedendo apoios às empresas e aos trabalhadores. Esses apoios recaiam na sua maioria sobre a Segurança Social, sendo apenas uma parte financiada pelo Orçamento do Estado. Mesmo assim, nem as suas próprias leis o governo cumpre, descapitalizando brutalmente a Segurança Social, que passou a um saldo negativo de quase 90 milhões. E a Segurança Social é o único recurso de reformados e desempregados.

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A redução do número de trabalhadores e da despesa com pessoal na Administração Pública e a degradação dos serviços públicos

Eugénio Rosa    25.Sep.20    Outros autores

Entre 2011 e 2015, com a “troika” e o governo do PSD/CDS, o número de trabalhadores de todas as Administrações Públicas foi reduzido em 68.641. Entre 2015 e 2019, com os governos PS, o número de trabalhadores aumentou, mas em número insuficiente para compensar totalmente os empregos destruídos no período 2011/2015. E no que diz respeito às remunerações não só não houve recuperação como houve uma quebra continuada. Foi assim que se reduziu o défice.

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Um país e uma economia em dificuldades para enfrentar a crise do “Coronavírus”, um governo que adia actuar

Eugénio Rosa    15.Sep.20    Outros autores

Os últimos dados divulgados pelo INE revelam uma preocupante quebra na actividade económica. Quebra no PIB de - 16,3% (menos 8.500 milhões € de riqueza produzida), quebra no consumo privado de -14,5%, quebra no investimento de -10,8%, quebra nas exportações de -39,5%. Quebras que a continuar conduzirão inevitavelmente o país a um desastre económico e social. É necessário inverter este caminhar para o abismo, mas o governo tem-se revelado incapaz de falar com a verdade que é necessária e de tomar as medidas adequadas que permitam uma retoma gradual do país à normalidade possível com a segurança mínima que é indispensável.

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Quebra significativa no emprego e na riqueza criada, desorganização da actividade produtiva com o teletrabalho e o layoff, diminuição da produtividade do trabalho

Eugénio Rosa    20.Ago.20    Outros autores

Num trimestre apenas (entre o 1º Trim.2020 e o 2º Trim.2020) foram destruídos no nosso país 135.000 empregos. Mas segundo o “Inquérito ao Emprego, 2ºTrim.2020 do INE”, a população desempregada diminuiu de 348,1 mil para 278,4 mil, ou seja, em 69.700. É um verdadeiro “milagre” realizado pelo INE. Acontece que todos os dados conhecidos mostram que não apenas no emprego mas em toda a actividade económica se acumulam os indícios de uma grave crise. E esta só poderá ser superada encarando a realidade, defendendo o emprego, aumentando a riqueza criada por trabalhador e fazendo uma mais justa repartição da riqueza criada.

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O documento Costa Silva: uma manta de retalhos contraditória e sem coerência que ignora o país real

Eugénio Rosa    28.Jul.20    Outros autores

A “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030” que o governo encomendou a Costa Silva é um extenso documento, repetitivo, com os chavões da moda, em que é manifesta a preocupação de referir tudo para contentar todos mas em que, não existindo qualquer priorização, se fica sem saber o que verdadeiramente o autor defende. Ignora o país real, que para Costa Silva não é o país em que os portugueses vivem mas um país em que ao Estado competiria unicamente servir, financiar e capitalizar as empresas privadas, nomeadamente as em sérias dificuldades.

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Uma devastadora crise económica e social que o comportamento do governo agravará

Eugénio Rosa    09.Jul.20    Outros autores

O governo reduziu o investimento público do Estado no Orçamento Suplementar, e 9.828 milhões € de Fundos Comunitários ficaram por utilizar. A insuficiência do investimento público está a ter consequências graves no investimento total no país, e vai ter efeitos dramáticos no aumento do desemprego e no alastrar da miséria.

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Aumento dos impostos e agravamento da injustiça fiscal durante o governo PS

Eugénio Rosa    02.Jul.20    Outros autores

Entre 2015, último ano de governo PSD/CDS, e 2020 (Orçamento suplementar) os impostos directos - que são impostos tecnicamente mais justos - aumentaram apenas 161 milhões € (+1,6%), enquanto os impostos indirectos - que são impostos tecnicamente mais injustos - aumentaram no mesmo período 2.927 milhões € (+14,1%), ou seja, 18 vezes mais que o aumento registado em euros nos Impostos diretos. Em termos técnicos é-se obrigado a concluir que a injustiça fiscal aumentou em Portugal com o governo PS. E isto depois de ter aumentado enormemente com o governo PSD/CDS.

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