Autor: “Eugénio Rosa”

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Uma coisa são as declarações de Costa sobre a importância do investimento na Educação, outra é o que o Orçamento de Estado contempla mais uma vez

Eugénio Rosa    21.Ene.20    Outros autores

Apesar da despesa com a Educação em percentagem da despesa total do Estado ser inferior em Portugal tanto à média dos países da OCDE como aos países da União Europeia, mesmo assim não se tem verificado uma inversão real e continuada de tal situação (em 2020 é inferior à de 2004, 2017,2018 e 2019). A pequena recuperação verificada em 2018 e 2019, regista em 2020 uma nova diminuição. Apesar das declarações do 1º ministro sobre a importância do investimento na educação e da acusação que fez da insuficiência desse investimento no passado ser a causa do défice estrutural do atraso do país, os dados oficiais mostram que Costa não tem uma grande “paixão” pela educação. A paixão pelas “contas certas” à maneira do “antigamente” e para brilhar em Bruxelas tem sido mais forte.

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Os números falsos de Centeno

Eugénio Rosa    19.Dic.19    Outros autores

Procurando virar a opinião pública contra os trabalhadores da Função Pública, o governo divulgou em comunicado números sobre o aumento da despesa determinado pelas progressões nas carreiras e pelo “aumento” de 0,3% proposto no OE. Acontece que dados do próprio Ministério das Finanças mostram que esses números não correspondem à realidade. E a diferença não é pequena: o comunicado do governo empola a despesa em mais de 200 milhões…

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Em 2018 a pobreza em Portugal aumentou entre a população activa e permanece elevada no total da população

Eugénio Rosa    04.Dic.19    Outros autores

Os dados do INE revelam que em 2018 se verificou uma redução diminuta da pobreza em Portugal (de 17,3% para 17,2%). Mas esta redução não se verifica em todos os segmentos da população. Registou-se, pelo contrário, um aumento do peso da pobreza quer na população empregada, quer no grupo de “desempregados,” cuja taxa de risco de pobreza tem aumentado de uma forma permanente desde 2015 e também entre 2017 em 2018. E o governo PS pretende manter e agravar a política de baixos salários, e impor aumentos de miséria nas pensões.

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A repartição em Portugal da riqueza criada (PIB) entre o “Trabalho” e o “Capital”, a evolução dos salários e o agravamento das desigualdades

Eugénio Rosa    18.Nov.19    Outros autores

O documento que publicamos é constituído por 23 “slides” utilizados num debate recente. Contêm dados actualizados sobre a evolução dos salários e dos custos da mão de obra em Portugal e na União Europeia e também sobre a repartição da riqueza criada no nosso país entre o “Trabalho” e o “Capital”. Dados do Eurostat, INE e Ministério do Trabalho. Serão úteis a todos aqueles que estão interessados em conhecer a situação real do nosso país nesta área fundamental para as condições de vida dos portugueses e também para quem esteja empenhado em defender os interesses e os direitos dos trabalhadores. Existe muita manipulação de dados neste campo, nomeadamente a nível da comunicação social, e é importante repor a verdade.

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O ruído mediático sobre os “prejuízos” do SNS e a realidade

Eugénio Rosa    17.Oct.19    Outros autores

As televisões e jornais noticiaram com grande aparato e em grandes “caixas” que o SNS tinha apresentado em 2018 prejuízos no montante de 848,2 milhões €. Faltou mencionar como foram gerados tais prejuízos: os gastos do SNS aumentaram 5,4% e as transferências do OE para o SNS diminuíram 0,6%. Menos dinheiro para a Saúde, porque o «défice zero» de Centeno está sempre presente. E, por diferentes vias, prossegue a privatização do SNS.

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A sustentabilidade da Segurança Social segundo António Costa

Eugénio Rosa    01.Oct.19    Outros autores

Em recente debate eleitoral com a participação os líderes dos partidos com assento na Assembleia da República, António Costa afirmou que com o seu governo “a sustentabilidade da Segurança Social havia sido alargada por mais 22 anos,” procurando criar a ideia de que nestes últimos 4 anos a sustentabilidade da Segurança Social tinha sido aumentada e mesmo consolidada com o governo do PS. Os números oficiais mostram, pelo contrário, que situação é pior do que em 2008 e 2012.

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A verdade sobre as transferências do Orçamento do Estado para o SNS

Eugénio Rosa    26.Sep.19    Outros autores

Mário Centeno declara que não corta nem cativa despesas de saúde. Apesar da ADSE ser financiada quase exclusivamente com os descontos dos trabalhadores e aposentados da Função Pública, no orçamento inicial apresentado ao governo este cortou, arbitrariamente e sem dar qualquer justificação, 50 milhões € nas despesas com saúde e 1,5 milhões € nas despesas de pessoal. Como consequência, no orçamento aprovado pelo Ministério das Finanças não existe verba suficiente para pagar as despesas de saúde do Regime convencionado e do Regime livre dos trabalhadores e aposentados da Função Pública em 2019. E como tudo isto já não fosse suficiente, em Fevereiro-2019 cativou mais 650.000€ nas despesas com pessoal.

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