Autor: “Eugénio Rosa”

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O euro de Mário Centeno como “veículo de prosperidade”

Eugénio Rosa    11.Ene.19    Outros autores

Disse Mário Centeno que o euro deve ser “um veículo de prosperidade para os cidadãos europeus”. Como prémio por esse apoio fervoroso, a revista “The Banker”, do Financial Times, revista ligada à alta finança inglesa (City of London) considerou “o ministro das Finanças português Mário Centeno como o melhor ministro das Finanças do ano (2018) na Europa. Acontece que o que é bom para os grandes grupos financeiros pode não ser bom nem para Portugal nem para os portugueses. Por isso, interessa analisar com objetividade se o euro tem sido na verdade um “veículo de prosperidade” para os portugueses. Confrontar a propaganda com os dados da realidade.

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O subfinanciamento do SNS vai continuar em 2019

Eugénio Rosa    12.Dic.18    Outros autores

Ao contrário do que o governo diz, as dificuldades financeiras do SNS vão aumentar ainda mais em 2019. As enormes dificuldades que os portugueses tiveram em 2018 no acesso a serviços públicos de saúde vão agravar-se ainda mais em 2019.
As transferências do OE para o Serviço Nacional de Saúde serão manifestamente insuficientes para cobrir as despesas do SNS: em 2019 o aumento real das transferências do Orçamento para o SNS é de apenas 262 milhões € e não os 612 milhões € que o governo diz. E a divida do SNS aos privados deve ser superior a 1.500 milhões no fim de 2018.

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A progressão nas carreiras ainda não teve efeitos nas remunerações-base dos trabalhadores das Administrações Públicas

Eugénio Rosa    03.Dic.18    Outros autores

Devido à eliminação dos cortes, a Remuneração Base Média Mensal dos Trabalhadores da Função Pública aumentou entre Outubro de 2015 e Outubro de 2017, embora variando muito de categoria para categoria profissional. Mas os efeitos das progressões nas carreiras até Julho de 2018 foram mínimos, pois a Remuneração Base Média Mensal de todos os trabalhadores da Função Pública aumentou apenas +0,9€/mês.

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O milagre da multiplicação dos lucros da CGD, e como foram obtidos

Eugénio Rosa    12.Nov.18    Outros autores

A CGD veio lançar foguetes com os lucros obtidos. Mas o facto de terem sido obtidos com redução do crédito concedido, diminuição da Margem Financeira e do Produto bancário, multiplicação de comissões cobradas aos depositantes, diminuição para quase zero das taxas de juro pagas pelos depósitos, corte enorme nos custos através da redução de centenas de trabalhadores, do congelamento de salários e fecho dezenas de agências mostra que quem terá razões para festejar é a banca privada. Com uma CGD reduzida e cada vez com menos vontade de desempenhar o papel que lhe caberia.

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A dívida à Segurança Social já ia em 11.219 MILHÕES € em 2017, e continua a aumentar

Eugénio Rosa    31.Oct.18    Outros autores

Um dos problemas mais graves que a Segurança Social enfrenta é a enorme divida acumulada, nomeadamente das empresas que não pagam o que devem (de que uma parte importante são descontos feitos nos salários dos trabalhadores). Sucessivos governos têm permitido esta situação, através da constituição de “provisões” (um perdão encapotado) e perdões da dívida. E o recordista é o actual governo. São valores enormes que afectam a sustentabilidade da Segurança Social.

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As mentiras do “Expresso”, desta vez sobre a ADSE

Eugénio Rosa    28.Sep.18    Outros autores

No “EXPRESSO” desta semana (22/9/2018), pode ler-se em titulo de 1ª página que “Hospitais privados recusam-se a operar doentes da ADSE”. E depois, no interior, escreve que “está suspenso o acesso facilitado aos hospitais privados por parte de 1,2 milhões de beneficiários da ADSE”, acrescentando que “a reviravolta nas convenções com a ADSE é a resposta da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada às recentes alterações unilaterais ao acordo.” No conjunto, o essencial da notícia são falsidades deliberadas.

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Portugal no caminho da estagnação

Eugénio Rosa    19.Sep.18    Outros autores

O panorama é mau: o emprego aumenta mas a produtividade por empregado diminui; o investimento (FBCF) é inferior ao consumo de capital fixo e parte do pouco investimento público previsto não é executado para melhor “cumprir as metas do défice” com que Centeno brilha em Bruxelas à custa do atraso do país; accionistas predadores sacam os lucros e transferem-nos para o estrangeiro sem pagar impostos sobre dividendos; e a desigualdade na repartição do rendimento agrava-se.

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