Autor: “Eugénio Rosa”

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A verdade e a mentira sobre os efeitos das progressões na Função Pública

Eugénio Rosa    20.May.19    Outros autores

O governo PS - sobretudo pela voz de Costa e Centeno - quis criar um alarme público com o espantalho de custos de centenas de milhões que resultariam da reposição do tempo de serviço dos professores. Uns números eram manipulados, outros eram simplesmente falsos. O que os dados oficiais do próprio Ministério das Finanças mostram é que os efeitos das progressões nas carreiras nas remunerações dos trabalhadores da Função Pública têm sido irrisórios e até mesmo negativos.

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Entre 2015 e 2018 os salários reais diminuem em Portugal

Eugénio Rosa    09.May.19    Outros autores

Contrariamente à ideia que o actual governo e os órgãos de comunicação social têm procurado fazer passar junto da opinião pública, o poder de compra quer das remunerações base quer do ganho médio dos trabalhadores do sector privado diminuiu entre 2015 e 2018. São os dados do Ministério do Trabalho que o confirmam.

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O défice de 0;5% conseguido à custa do desenvolvimento do país e do bem-estar dos portugueses

Eugénio Rosa    04.May.19    Outros autores

O governo PS não se cansa de elogiar a redução do défice orçamental da forma drástica como está a ser realizada, como isso fosse o objetivo principal de toda a política governamental. Mas o “milagre Centeno” é uma ilusão, que fica desmontada se se explicar como é que essa redução foi conseguida e quais as consequências para o país e para os portugueses. Foi conseguida à custa da degradação da Administração Pública central; da redução da despesa com Saúde e Educação; de um investimento público mais do que insuficiente. E deve lembrar-se que Centeno poupou nos direitos do povo, mas poderia ter poupado muito mais se não enterrasse milhões na banca e numa dívida impossível de pagar.

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Os projectos de nova Lei de Bases da Saúde e os graves problemas do SNS

Eugénio Rosa    12.Abr.19    Outros autores

Estão em debate na Assembleia da República 5 projectos de nova Lei de Bases da Saúde. Mas os problemas mais graves do SNS não resultam da actual lei. Problemas graves são o subfinanciamento crónico do SNS e a promiscuidade público-privado, incluindo a dos profissionais de saúde, que trabalham simultaneamente no SNS e nos grupos privados de saúde, o que resulta também de não terem nem carreiras nem salários dignos no SNS.

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Portugal é um dos países da UE que menos investe

Eugénio Rosa    19.Mar.19    Outros autores

Dados do Eurostat confirmam o atraso significativo na execução dos Programas Operacionais do Portugal 2020. Este atraso tem consequências dramáticas para o país, já que a utilização dos Fundos Comunitários alavanca investimento privado e, em alguns programas operacionais, também o investimento público. Todos os dados oficiais mostram que, infelizmente, existe uma enorme diferença entre a propaganda governamental sobre o investimento em Portugal e a realidade.

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Importantes questões sociais por resolver: subutilização do trabalho, salários, pensões, cobertura do subsídio de desemprego

Eugénio Rosa    06.Mar.19    Outros autores

Reduziu-se significativamente o número de portugueses (22,1% da população ativa), que estavam na situação de “subutilização do trabalho.” Mas os mais de 700 mil ainda enquadráveis nessa situação são um número elevado. Uma percentagem muito elevada de trabalhadores (22% do total) recebe salários líquidos inferiores ao valor actual do SMN. Entre 2015 e 2017 subiu a percentagem de desempregados a viverem abaixo do limiar da pobreza. Apesar de terem tido aumentos, a grande maioria das pensões é de cerca de 2/3 do SMN. Há muito a fazer.

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Com o governo PS apenas foi compensado um terço da quebra de rendimentos que PSD/CDS infligiram à Função Pública

Eugénio Rosa    19.Feb.19    Outros autores

Dados oficiais indicam que, comparando a remuneração média líquida dos trabalhadores da Função Pública em 2018 a preços de 2010 com a remuneração líquida de 2010, a de 2018 é inferior à de 2010 em 18,8%. Isto resulta do efeito conjugado de aumentos inferiores à inflação registada neste período (+10,7%), da subida da taxa de desconto para ADSE, e do enorme aumento do IRS que ainda não foi totalmente revertido. O facto de ter sido desalojado um governo PSD/CDS tem infelizmente como contrapartida um governo do PS.

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