Autor: “Eugénio Rosa*”

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A Administração Pública:
A inversão da destruição que estava em curso?

Eugénio Rosa*    28.May.16    Outros autores

O afastamento da direita pura e dura do governo, PSD e CDS, foi um justo alívio, só possível pela afirmação, logo na noite das eleições, que “o PS só não forma(va) governo se não quiser…”
Neste bem fundamentado texto Eugénio Rosa diz-nos, com dados Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público, como a chamada “inversão” da destruição da Administração Pública está a ser feita, fundamentalmente, à custa do recurso a trabalhadores precários.
Os trabalhadores continuam a ter razões de luta por um país mais justo para viver.

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Agravou-se a desigualdade na repartição do rendimento em Portugal

Eugénio Rosa*    03.Abr.16    Outros autores

Seja qual o ângulo por que se analise a situação presente da classe trabalhadora em Portugal, a conclusão só pode ser a de que se agrava o risco de pobreza e exclusão, como nos demonstra Eugénio Rosa no estudo que hoje publicamos.

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Administração pública
Das palavras à realidade

Eugénio Rosa*    14.Mar.16    Outros autores

São 320.428 os trabalhadores da Função Pública (48,8% do total) que não veem aumentados os seus salários, congelados pelo 2º governo José Sócrates em 2010. No entanto, e apesar dos inúmeros e qualificados quadros da Função Pública, continua a sangria desatada de transferências de dinheiro do aparelho de Estado para gabinetes de estudos (fundamentalmente de advocacia e estudos económicos), publicidade, vigilância e segurança, etc., este ano orçamentada em 1. 449 milhões de euros. Tudo isto, enquanto técnicos do Estado estão sub-aproveitados ou a fazerem estudos idênticos, quando não iguais aos que são encomendados fora.
Uma vergonha!

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Lucros da Galp subiram 266 milhões
Impostos sobre combustíveis aumentam 360 milhões de euros

Eugénio Rosa*    16.Feb.16    Outros autores

Com os dados oficiais da Direcção Geral de Geologia e Energia do Ministério da Economia, Eugénio Rosa demonstra neste texto que, em Portugal, os preços dos produtos petrolíferos não acompanham a variação do preço do barril de crude:
Quando o crude desce, o preço da gasolina e do gasóleo, antes dos impostos, não acompanha proporcionalmente essa descida, assim acrescendo a margem de lucro das petrolíferas, designadamente da Galp. O que explica que os lucros desta tenham quase duplicado de 2014 para 2015.

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Carga fiscal no Orçamento de Estado para 2016

Eugénio Rosa*    10.Feb.16    Outros autores

À histeria dos partidos da direita radical (PSD E CDS) após a formação do governo PS com apoio parlamentar maioritário cedeu o lugar a uma campanha de intoxicação destes partidos, bem secundados pelos jornalistas dos media do sistema e outros comentadores a soldo, procurando criar a ideia que o OE para 2016 do governo do PS representa um enorme aumento da carga fiscal.
Sendo certo que o PS não mudou a sua opção de classe e que o seu programa eleitoral era demasiado semelhante ao da coligação PSD/CDS, é igualmente verdade que os acordos com o Partido Comunista, o Partido Ecologista os Verdes e o Bloco de Esquerda que sustentam o apoio parlamentar maioritário ao governo do PS, permitem que a esmagadora maioria dos portugueses melhorem a sua situação.
É que, 68% das famílias têm rendimentos até 7.000 euros anuais!, e esses mais de 2/3 dos portugueses são muito beneficiados em relação aos planos dos partidos da direita.

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O “esboço do OE 2016″ do governo PS

Eugénio Rosa*    27.Ene.16    Outros autores

O “Esboço de Orçamento de Estado para 2016 apresentado pelo Governo PS recorre à costumeira receita de classe neste «virar a página da austeridade»: aumenta os impostos indirectos, mesmo de bens essenciais em 1.432 milhões de euros (IVA, imposto de selo, imposto sobre os combustíveis, sobre o tabaco…), que recaem igualmente sobre todas as classes em função do consumo, e diminuem os impostos sobre “Impostos sobre o rendimento e património” (IRS, IRC, etc.), que recaem principalmente sobre as classes dominantes e os trabalhadores mais bem pagos.

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O Governo manda e a CGA executa cortes ilegais, a somar ao roubo “legal”

Eugénio Rosa*    15.Dic.13    Outros autores

O corte nas pensões dos aposentados já atinge 22 milhões euros. É necessário acabar com esta situação ilegal, e reembolsar os aposentados dos cortes feitos indevidamente nas suas pensões

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