Autor: “Eugénio Rosa ”

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É urgente reforçar o orçamento do SNS

Eugénio Rosa    25.Nov.20    Outros autores

O subfinanciamento crónico está a destruir o SNS e a incapacitá-lo de responder às necessidades do país. Os próprios dados oficiais provam que, mesmo em plena grave crise de saúde pública, existe uma clara insuficiência de meios (em 2021, as transferências do OE são inferiores à despesa em 1.089 milhões €). Para colmatar a enorme divida acumulada o governo faz de tempos a tempos transferências extraordinárias ou permite a utilização dos capitais próprios para outros fins: mas desta forma o SNS é estrangulado no seu funcionamento diário, impedindo qualquer gestão racional, eficiente e responsável.

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Enquanto o apoio aos desempregados diminui e a pobreza e miséria alastram no país, as medidas tomadas pelo Governo devido à 2ª vaga do “Covid” causarão maior afundamento da economia e mais desemprego

Eugénio Rosa    11.Nov.20    Outros autores

O desemprego é a causa mais importante da pobreza no nosso país. Mesmo antes da pandemia, 47,5% dos desempregados estavam no limiar da pobreza. A maioria dos desempregados não recebe o subsídio de desemprego porque a lei os exclui. Os dados do INE iludem a opinião pública sobre a verdadeira dimensão do desemprego, e da miséria e pobreza que ele causa. Esconder a dimensão do problema é uma das formas de evitar tomar as medidas urgentes que ele implica.

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O governo descapitaliza a Segurança Social, não cumprindo as suas próprias leis

Eugénio Rosa    15.Oct.20    Outros autores

O governo publicou após o início da pandemia leis concedendo apoios às empresas e aos trabalhadores. Esses apoios recaiam na sua maioria sobre a Segurança Social, sendo apenas uma parte financiada pelo Orçamento do Estado. Mesmo assim, nem as suas próprias leis o governo cumpre, descapitalizando brutalmente a Segurança Social, que passou a um saldo negativo de quase 90 milhões. E a Segurança Social é o único recurso de reformados e desempregados.

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A redução do número de trabalhadores e da despesa com pessoal na Administração Pública e a degradação dos serviços públicos

Eugénio Rosa    25.Sep.20    Outros autores

Entre 2011 e 2015, com a “troika” e o governo do PSD/CDS, o número de trabalhadores de todas as Administrações Públicas foi reduzido em 68.641. Entre 2015 e 2019, com os governos PS, o número de trabalhadores aumentou, mas em número insuficiente para compensar totalmente os empregos destruídos no período 2011/2015. E no que diz respeito às remunerações não só não houve recuperação como houve uma quebra continuada. Foi assim que se reduziu o défice.

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Um país e uma economia em dificuldades para enfrentar a crise do “Coronavírus”, um governo que adia actuar

Eugénio Rosa    15.Sep.20    Outros autores

Os últimos dados divulgados pelo INE revelam uma preocupante quebra na actividade económica. Quebra no PIB de - 16,3% (menos 8.500 milhões € de riqueza produzida), quebra no consumo privado de -14,5%, quebra no investimento de -10,8%, quebra nas exportações de -39,5%. Quebras que a continuar conduzirão inevitavelmente o país a um desastre económico e social. É necessário inverter este caminhar para o abismo, mas o governo tem-se revelado incapaz de falar com a verdade que é necessária e de tomar as medidas adequadas que permitam uma retoma gradual do país à normalidade possível com a segurança mínima que é indispensável.

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Quebra significativa no emprego e na riqueza criada, desorganização da actividade produtiva com o teletrabalho e o layoff, diminuição da produtividade do trabalho

Eugénio Rosa    20.Ago.20    Outros autores

Num trimestre apenas (entre o 1º Trim.2020 e o 2º Trim.2020) foram destruídos no nosso país 135.000 empregos. Mas segundo o “Inquérito ao Emprego, 2ºTrim.2020 do INE”, a população desempregada diminuiu de 348,1 mil para 278,4 mil, ou seja, em 69.700. É um verdadeiro “milagre” realizado pelo INE. Acontece que todos os dados conhecidos mostram que não apenas no emprego mas em toda a actividade económica se acumulam os indícios de uma grave crise. E esta só poderá ser superada encarando a realidade, defendendo o emprego, aumentando a riqueza criada por trabalhador e fazendo uma mais justa repartição da riqueza criada.

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O documento Costa Silva: uma manta de retalhos contraditória e sem coerência que ignora o país real

Eugénio Rosa    28.Jul.20    Outros autores

A “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030” que o governo encomendou a Costa Silva é um extenso documento, repetitivo, com os chavões da moda, em que é manifesta a preocupação de referir tudo para contentar todos mas em que, não existindo qualquer priorização, se fica sem saber o que verdadeiramente o autor defende. Ignora o país real, que para Costa Silva não é o país em que os portugueses vivem mas um país em que ao Estado competiria unicamente servir, financiar e capitalizar as empresas privadas, nomeadamente as em sérias dificuldades.

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