Autor: “Eugénio Rosa ”

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A repartição em Portugal da riqueza criada (PIB) entre o “Trabalho” e o “Capital”, a evolução dos salários e o agravamento das desigualdades

Eugénio Rosa    18.Nov.19    Outros autores

O documento que publicamos é constituído por 23 “slides” utilizados num debate recente. Contêm dados actualizados sobre a evolução dos salários e dos custos da mão de obra em Portugal e na União Europeia e também sobre a repartição da riqueza criada no nosso país entre o “Trabalho” e o “Capital”. Dados do Eurostat, INE e Ministério do Trabalho. Serão úteis a todos aqueles que estão interessados em conhecer a situação real do nosso país nesta área fundamental para as condições de vida dos portugueses e também para quem esteja empenhado em defender os interesses e os direitos dos trabalhadores. Existe muita manipulação de dados neste campo, nomeadamente a nível da comunicação social, e é importante repor a verdade.

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O ruído mediático sobre os “prejuízos” do SNS e a realidade

Eugénio Rosa    17.Oct.19    Outros autores

As televisões e jornais noticiaram com grande aparato e em grandes “caixas” que o SNS tinha apresentado em 2018 prejuízos no montante de 848,2 milhões €. Faltou mencionar como foram gerados tais prejuízos: os gastos do SNS aumentaram 5,4% e as transferências do OE para o SNS diminuíram 0,6%. Menos dinheiro para a Saúde, porque o «défice zero» de Centeno está sempre presente. E, por diferentes vias, prossegue a privatização do SNS.

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A sustentabilidade da Segurança Social segundo António Costa

Eugénio Rosa    01.Oct.19    Outros autores

Em recente debate eleitoral com a participação os líderes dos partidos com assento na Assembleia da República, António Costa afirmou que com o seu governo “a sustentabilidade da Segurança Social havia sido alargada por mais 22 anos,” procurando criar a ideia de que nestes últimos 4 anos a sustentabilidade da Segurança Social tinha sido aumentada e mesmo consolidada com o governo do PS. Os números oficiais mostram, pelo contrário, que situação é pior do que em 2008 e 2012.

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A verdade sobre as transferências do Orçamento do Estado para o SNS

Eugénio Rosa    26.Sep.19    Outros autores

Mário Centeno declara que não corta nem cativa despesas de saúde. Apesar da ADSE ser financiada quase exclusivamente com os descontos dos trabalhadores e aposentados da Função Pública, no orçamento inicial apresentado ao governo este cortou, arbitrariamente e sem dar qualquer justificação, 50 milhões € nas despesas com saúde e 1,5 milhões € nas despesas de pessoal. Como consequência, no orçamento aprovado pelo Ministério das Finanças não existe verba suficiente para pagar as despesas de saúde do Regime convencionado e do Regime livre dos trabalhadores e aposentados da Função Pública em 2019. E como tudo isto já não fosse suficiente, em Fevereiro-2019 cativou mais 650.000€ nas despesas com pessoal.

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Investimento insuficiente em Portugal determina diminuição da produtividade e serve de justificação para baixos salários, mas até Junho de 2019 ficaram por utilizar 9.974 milhões € de fundos comunitários

Eugénio Rosa    19.Sep.19    Outros autores

A obsessão do défice impede a utilização plena dos fundos comunitários pois o Estado tem de entrar com uma parcela. Portugal podia ter utilizado 19.104 milhões € de fundos comunitários até Junho de 2019 mas só utilizou 9.130 milhões € (47,8% do total) ficando por utilizar 9.974 milhões €. A execução reduzida verificou-se em programas operacionais vitais para o aumento da produtividade, do crescimento económico e do desenvolvimento do país. O governo e os seus defensores respondem às críticas dizendo que os fundos não se perderam, e que ainda podem ser utilizados. Mas a não utilização ou o adiamento tem graves consequências para o país.

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Evolução negativa do poder de compra dos trabalhadores do sector privado, diminuição da produtividade, agravamento das desigualdades na distribuição da riqueza produzida

Eugénio Rosa    11.Sep.19    Outros autores

O governo de António Costa reconheceu (à beira das eleições) que os salários em Portugal são baixos. Em 2015, quando o actual governo tomou posse, a remuneração bruta regular média correspondia a 58,1% do valor do salário mínimo nacional, em 2019 corresponde já a 63,3%. Por este andar, em breve a remuneração bruta regular média dos trabalhadores em Portugal será apenas o salário mínimo nacional. Com a obsessão do “défice zero” e a insuficiência do investimento público e privado, a produtividade diminuiu. Para agravar a situação dos trabalhadores, a distribuição da riqueza criada no país tem-se agravado continuamente em benefício do capital. Se o PS minoritário consegue estes resultados, o que não faria se tivesse maioria absoluta.

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O que está Paulo Macedo a fazer na CGD?

Eugénio Rosa    12.Ago.19    Outros autores

Paulo Macedo tem um largo currículo no “bloco central”, passando dos impostos para a Saúde e da Saúde para a CGD, por escolha tanto do PSD como do PS. A sua administração na CGD gaba-se de apresentar lucros. Lucros conseguidos reduzindo praticamente a zero os juros pagos aos depositantes, aumentando as comissões cobradas, obtendo receitas temporárias com mais-valias, fechando agências e reduzindo o número de trabalhadores, e revertendo imparidades constituídas a mais no passado. O problema da CGD continua a ser ter a política de direita no comando.

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