Autor: “Eugénio Rosa ”

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O aumento dos impostos em Portugal entre 2011 e 2019, o agravamento das desigualdades, as propostas eleitorais dos partidos

Eugénio Rosa    30.Jul.19    Outros autores

A injustiça do sistema fiscal português agravou-se ainda mais como o governo PSD/CDS entre 2011 e 2015. E com o actual governo não se verificou a reversão para 2011 da situação na carga fiscal. Os impostos indirectos (mais injustos) têm um peso muito maior do dos impostos directos (tidos como mais justos). No IRS verifica-se que os grupos menos atingidos com aumentos foram os rendimentos mais elevados, enquanto os dois escalões mais baixos sofreram amior agravamento, segundo revelam dados do próprio Ministério das Finanças. É face a esta realidade que as propostas eleitorais devem ser lidas.

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O saldo orçamental positivo de Centeno: um “milagre” à custa do prosseguimento da degradação dos serviços públicos

Eugénio Rosa    22.Jul.19    Outros autores

Os dados referentes à execução orçamental de Maio de 2019 deram lugar ao habitual festival da comunicação social afecta ao governo, comentadores nos media defensores do governo, e do próprio ministro Centeno: “o ministro milagreiro do défice.” Como não há contraditório nos media aquela afirmação passou como verdade e muita gente acreditou nela. Mas os próprios dados do Ministério das Finanças mostram outra coisa. Este saldo positivo é obtido à custa do aumento da divida ao sector privado (nomeadamente no SNS) e da redução de prestações sociais, de que é exemplo flagrante a baixa cobertura do subsídio de desemprego.

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Entre 2015 e 2017 agravaram-se as desigualdades em Portugal: no rendimento médio, na miséria dos desempregados, no funcionamento do SNS

Eugénio Rosa    04.Jul.19    Outros autores

Os dados divulgados pela Autoridade Tributária revelam que, em 2015, o rendimento médio dos agregados com rendimentos mais elevado era em 2015 174,3 vezes superior ao rendimento médio bruto dos agregados do escalão. Em 2017 aumentou para 178,6 vezes. É evidente o agravamento da distribuição dos rendimentos. Outros dados são igualmente significativos de um aumento das desigualdades e das dificuldades por que passam as camadas mais pobres no nosso país.

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A verdade e a mentira sobre os efeitos das progressões na Função Pública

Eugénio Rosa    20.May.19    Outros autores

O governo PS - sobretudo pela voz de Costa e Centeno - quis criar um alarme público com o espantalho de custos de centenas de milhões que resultariam da reposição do tempo de serviço dos professores. Uns números eram manipulados, outros eram simplesmente falsos. O que os dados oficiais do próprio Ministério das Finanças mostram é que os efeitos das progressões nas carreiras nas remunerações dos trabalhadores da Função Pública têm sido irrisórios e até mesmo negativos.

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Entre 2015 e 2018 os salários reais diminuem em Portugal

Eugénio Rosa    09.May.19    Outros autores

Contrariamente à ideia que o actual governo e os órgãos de comunicação social têm procurado fazer passar junto da opinião pública, o poder de compra quer das remunerações base quer do ganho médio dos trabalhadores do sector privado diminuiu entre 2015 e 2018. São os dados do Ministério do Trabalho que o confirmam.

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O défice de 0;5% conseguido à custa do desenvolvimento do país e do bem-estar dos portugueses

Eugénio Rosa    04.May.19    Outros autores

O governo PS não se cansa de elogiar a redução do défice orçamental da forma drástica como está a ser realizada, como isso fosse o objetivo principal de toda a política governamental. Mas o “milagre Centeno” é uma ilusão, que fica desmontada se se explicar como é que essa redução foi conseguida e quais as consequências para o país e para os portugueses. Foi conseguida à custa da degradação da Administração Pública central; da redução da despesa com Saúde e Educação; de um investimento público mais do que insuficiente. E deve lembrar-se que Centeno poupou nos direitos do povo, mas poderia ter poupado muito mais se não enterrasse milhões na banca e numa dívida impossível de pagar.

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Os projectos de nova Lei de Bases da Saúde e os graves problemas do SNS

Eugénio Rosa    12.Abr.19    Outros autores

Estão em debate na Assembleia da República 5 projectos de nova Lei de Bases da Saúde. Mas os problemas mais graves do SNS não resultam da actual lei. Problemas graves são o subfinanciamento crónico do SNS e a promiscuidade público-privado, incluindo a dos profissionais de saúde, que trabalham simultaneamente no SNS e nos grupos privados de saúde, o que resulta também de não terem nem carreiras nem salários dignos no SNS.

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