Autor: “Filipe Diniz*”

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29 de Maio

Filipe Diniz*    29.May.10    Colaboradores

A brutal e desumana ofensiva do grande capital terá hoje, 29 de Maio a primeira grande resposta da classe trabalhadora portuguesa.
“As medidas que o grande capital preconiza não são mais do que a imposição a essa maioria imensa dos interesses de uma insignificante minoria e da corte dos seus serventuários.”

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A finança e os milagres

Filipe Diniz*    28.Mar.10    Colaboradores

Santuário de FátimaLonge vai o tempo em que a usura era pecado mortal… Talvez por isso e ou por o juro oferecido às contas poupança ser “superior a 5%” – vá lá saber-se… – a Fábrica do Santuário de Fátima foi apanhada na bancarrota da Islândia.
Castigo de Deus ou consequência natural da ganância capitalista?

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Rapina

Filipe Diniz*    21.Mar.10    Colaboradores

EUA - CorrupçãoA rapina dos povos feita pelo poder imperial dos Estados Unidos da América, a que os epígonos do capitalismo ainda há dois anos apelidavam de «a maior democracia do mundo», é acompanhada da rapina do dinheiro dos impostos do próprio norte-americano em subsídios de milhares de milhão de dólares: ás sacadas, literalmente, ou por transferências bancárias de dinheiros públicos para a conta pessoal dos corruptos que foram apanhados.

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A Grécia como mercadoria

Filipe Diniz*    12.Mar.10    Colaboradores

Partenón“…Se os Estados alienam a sua soberania, porque não alienarão igualmente o território sobre o qual a exercem, ou o património cultural sobre o qual assenta parte fundamental da sua identidade nacional?

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Com toda a consideração

Filipe Diniz*    13.Ene.10    Colaboradores

D. JOSÉ POLICARPO

A propósito da crise de sobreprodução que devasta o mundo, não são poucos os epígonos do capitalismo, assumidos ou camuflados, que acertam no diagnóstico mas fogem à prescrição dos remédios como o “diabo da cruz”…
É sobre esse assobiar para o lado que, “com toda a consideração”, nos fala Filipe Diniz.

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Há coisas mais importantes que a esperança

Filipe Diniz*    05.Ene.10    Outros autores

José Sócrates
Sempre que um governante vem desejar os seus votos festivos “já sabemos que palavras-chave vão utilizar: «problemas», «dificuldades», «recuperação», «solidariedade», «fraternidade», «esperança». Lemos a mensagem de Sócrates e lá estão todas, cumprindo rigorosamente o ritual hipócrita que a época impõe a este género de políticos”…

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