Autor: “Gideon Levy”

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Não é Netanyahu. É o país

Gideon Levy    03.May.18    Outros autores

Este texto responde a uma interrogação justificada: que fazem os israelitas progressistas e minimamente humanos perante a barbaridade sionista, agora desencadeada de novo em Gaza e complementada com a «limpeza étnica» do sul de Telavive? A amargurada resposta que o texto oferece não deve constituir motivo de desânimo, mas sim motivo para a intensificação da solidariedade internacional ao martirizado povo de Gaza, e da condenação dos crimes do regime sionista, fascista e racista de Israel.

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A limpeza étnica dos palestinos, ou Israel democrático em acção

Gideon Levy    26.Jun.11    Outros autores

Gideon Levy“Enquanto ainda estamos desesperadamente ocultando, negando e reprimindo nossa principal limpeza étnica de 1948 – mais de 600.000 refugiados, alguns dos quais fugiram pelo temor às Forças Armadas de Israel e suas antecessoras, e outros que foram expulsos pela força – a realidade nos demonstra que 1948 nunca terminou, que seu espírito continua connosco”.

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Holocausto
Pretexto para propaganda Israelense

Gideon Levy*    12.Feb.10    Outros autores

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“Como teria sido bonito se, neste dia internacional de lembrança, Israel tivesse aproveitado a altura para se examinar, fazer uma introspecção e perguntar, por exemplo, porque é que o anti-semitismo reapareceu no mundo precisamente no ano passado, um ano depois de termos lançado bombas de fósforo branco sobre Gaza. Como teria sido bonito se, neste Dia Internacional de Lembrança do Holocausto, Netanyahu tivesse anunciado uma nova política para integrar os refugiados em vez de os expulsar, ou se tivesse acabado com o bloqueio de Gaza».

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Quem precisa disto?

Gideon Levy*    10.Ago.09    Outros autores

Gideon Levy“Como um boicote internacional ou um terrível derramamento de sangue não se vêem no horizonte próximo, então, com o que nos deveríamos preocupar? É certo que o mundo começou a olhar de esguelha para Israel, mas o que é que isso importa? Os israelenses estão convencidos que, de qualquer maneira, o mundo os odeia. Enquanto puderem continuar a gozar os prazeres da vida não há razão para preocupações. Tentem perguntar aos israelenses por que se fecham e ouvirão desdém, nunca uma autocrítica. Os israelenses não somente desfrutam como estão muito contentes consigo mesmo, do seu alto nível de moralidade, do seu exército e do seu país”.

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