Autor: “Giorgos Marinos*”

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A teoria Leninista sobre o Imperialismo
Guia da luta dos Comunistas

Giorgos Marinos*    19.Sep.16    Destaques

Giorgos Marinos chama a atenção para a mudança de posição de alguns partidos comunistas. Em vez de lutarem pelo derrubamento do capitalismo, esses partidos adotam posições reformistas e defendem estratégias de recuperação da soberania e da independência no âmbito do capitalismo. Na América Latina apoiam governos que se intitulam de esquerda, mas são de gestão burguesa.

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O Partido Comunista da Grécia prosseguirá a luta pelo derrube da barbárie capitalista

Giorgos Marinos*    09.Jul.12    Outros autores

«É de enorme importância que nestas condições, quando uma série de outros partidos na Europa não estão representados no parlamento ou se diluíram em formações social-democratas ou esquerdas oportunistas, o PCG se mantenha firme, mesmo que com menos força eleitoral em comparação com a sua influência política mais ampla. A sua estratégia sobre as duas vias de desenvolvimento, a necessidade da aliança sociopolítica e a luta pelo poder operário e popular, a ampliação e o aprofundamento das suas ligações com a classe operária, os sectores populares pobres, continua a ser um elemento da sua nova actividade no povo para que se mantenha de pé, para que não sucumba ante os novos perigos que o esperam.»

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Aspectos da experiência da luta de classes na Grécia e Europa

Giorgos Marinos*    18.Abr.12    Outros autores

Giorgos MarinosA questão principal hoje é que, através das lutas trabalhistas e populares, se consiga a maior agrupação, concentração e preparação das forças possível com o fim de derrotar o sistema de exploração. A luta de classes não se limita na confrontação com os governos antipopulares, nem na reivindicação por melhores condições de venda da força de trabalho.

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Dar força à luta de classes

Giorgos Marinos*    07.Jun.09    Outros autores

Luta de Classes
“…Quanto mais fortes forem os partidos comunistas, mais decisivo o seu impacto na luta de classes; mais decisivamente podem contribuir para organizar a resistência dos trabalhadores, no desenvolvimento de um movimento reivindicativo forte contra o capital com a perspectiva de derrubar o seu poderio. Este é um critério sugerido pela realidade objectiva que deve determinar a postura de todos os trabalhadores, jovens ou idosos, de todos os pequenos e médios trabalhadores agrícolas e trabalhadores por contra própria face a qualquer batalha social e política”.

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