Autor: “Gustavo Carneiro ”

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TPIJ, braço «judicial» da destruição da Jugoslávia*

Gustavo Carneiro    01.Feb.18    Outros autores

O Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia (TPIJ) fechou portas nos últimos dias de 2017, encerrando-se assim um dos mais vergonhosos processos de manipulação do direito internacional de que há memória. Tal como o nazi-fascismo em Leipzig, a nova ordem mundial pós-soviética teve em Haia o seu simulacro de Justiça.

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Provocação belicista

Gustavo Carneiro*    09.Jul.16    Outros autores

Com este trabalho de Gustavo Carneiro sobre a Cimeira da NATO que hoje termina em Varsóvia, sublinhamos o seu significado, um passo mais na irrresponsável e crescente provocação com que os senhores-da-guerra, comandados por Barack Obama, procuram intensificar a pressão que justifique um conflito maior com a Rússia.
«Uma tal cimeira nesse local [Varsóvia] ressoa como um desafio inútil e perigoso, principalmente quando conhecemos o reforço de armas nucleares da NATO na Europa. A Rússia não ameaça ninguém. Organiza apenas as suas cooperações económicas e estratégicas com os Asiáticos, África e os países da América Latina. Estaria pronta a fazê-lo com os Estados Unidos e a Europa, mas esta última está ainda muito enfeudada à vontade americana para responder, mesmo que sintamos frémitos para erguer o jugo da vassalagem sob pressão do bom senso dos povos».
Quem disse isto não foi um perigoso anti-americano numa qualquer reunião subversiva, foi o coronel francês Alain Corvez, na Conferência internacional do Instituto Schiler em Berlim, capital da República Federal Alemã. O coronel Corvez é antigo conselheiro co Comandante Geral da Força das Nações Unidas no Sul do Líbano, antigo Conselheiro de Relações Internacionais no ministério do Interior francês e é atualmente conselheiro em estratégia internacional. Ver: http://www.odiario.info/o-hybris-americano-tera-fim-ou/.

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Paz e Solidariedade

Gustavo Carneiro*    04.May.16    Outros autores

«Até à Revolução de Abril, defender a paz, o desarmamento e a dissolução dos blocos político-militares e afirmar a solidariedade aos povos vítimas do imperialismo significava, com muita probabilidade, enfrentar a repressão da PIDE e as prisões políticas».

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