Autor: “Higinio Polo*”

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África num espelho chinês

Higinio Polo*    23.May.18    Outros autores

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Uma ampla panorâmica da situação africana e do difícil processo de, no conjunto dos seus países, alcançar a paz, o desenvolvimento em todas as suas vertentes, a libertação do imperialismo e do neocolonialismo. As velhas potências coloniais e os EUA mantêm e aumentam a presença militar - braço armado das grandes multinacionais –, destroem Estados fomentam a divisão, as guerras civis, o terrorismo fundamentalista, as ditaduras dos seus homens de mão. Mas há outras forças em presença: antes de mais, persiste a vontade africana de emancipação e desenvolvimento independente. E a presença de potências económicas como a China, cuja influência cresce graça a uma construtiva e pacífica política de cooperação assente no interesse mútuo.

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1917 - Quatro notas no centenário da Revolução Bolchevique

Higinio Polo*    22.May.17    Outros autores

Recordar a revolução bolchevique não é um exercício de nostalgia do passado mas um tempo de aposta no futuro, no socialismo e no carácter social que devem ter as forças produtivas. A revolução de 1917 foi o ponto de partida das novas lutas revolucionárias no mundo, e a sua contribuição para a construção do socialismo não desapareceu, porque o capitalismo não pode resolver os problemas da humanidade. Aqui reside o valor da revolução bolchevique e da visão de Lénine.

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Alepo - A peça Síria

Higinio Polo*    15.May.16    Outros autores

«Os EUA querem impedir que o governo de Damasco avance para a fronteira com a Turquia, assestando assim um duro golpe na «oposição moderada» que continua a ser apoiada pelo governo de Obama e, perante os fracassos colhidos com a sua política externa no Médio Oriente, chegou à conclusão que deve negociar-se em Genebra o futuro da Síria.»

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Os mandatos de Obama

Higinio Polo*    18.Feb.16    Outros autores

Há oito anos, quando Obama venceu Hillary Clinton nas primárias do Partido Democrata e McCain nas eleições presidências, foram muitos milhões de mulheres e homens em todo o mundo os que «exultaram até às lágrimas» com a vitória de Obama nas eleições.
E nem quiserem acreditar que o jovem senador de 45 anos, culto, bem-falante, e ainda por cima negro, nem se aperceberam que todo o capital de simpatia e emoção que Obama gerou mais não era do que o recorte perfeito da «peça de puzzle [que faltava] no imaginário do orgulho norte-americano, e no objectivo de reverter a vaga de descrédito dos EUA que alastrou a todos os continentes» nos mandatos de George W. Bush.
Hoje, chegada a hora do balanço, «pode dizer-se que o seu tempo não foi pior que o Bush, mas também não melhorou»…

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Ucrânia: camisas castanhas e botas pretas
Ilegalização do Partido Comunista

Higinio Polo*    04.Feb.16    Outros autores

“Quando as camisas castanhas dos fascistas, as botas pretas dos gangs paramilitares assolam as cidades ucranianas, e o Partido Comunista é proibido e forçado a passar à clandestinidade começam a faltar na Europa vozes que clamem por liberdade”

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Nazis no Báltico

Higinio Polo*    03.Jul.12    Outros autores

Higinio PoloApesar da miserável equiparação entre comunismo e nazismo que a direita reaccionária vem procurando difundir, a verdade é que são os comunistas quem é perseguido na Europa de hoje, enquanto os veteranos nazis e fascistas e os seus seguidores recebem o apoio dos governos bálticos e, noutros países, conseguem que as suas actividades sejam toleradas. Perante a passividade da UE, as actividades nazis e os lemas contra os judeus percorrem a Letónia e a Lituânia como se não tivessem passado mais de sessenta anos desde o fim da guerra. E enquanto as instituições europeias não se preocuparam minimamente (atraiçoando assim as suas proclamadas convicções democráticas) com a prisão de dirigentes comunistas ou com as tentativas de declarar ilegais alguns partidos comunistas, olharam impassíveis para a exaltação do nazismo que se faz dentro das fronteiras da União Europeia.

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Maldito Socialismo, que falta nos fazes

Higinio Polo*    31.Mar.10    Outros autores

Por mais que o tentem esconder, a derrota do socialismo na Europa foi um desastre humanitário de consequências ainda longe de um balanço definitivo.

“Esta realidade é conhecida pelos investigadores e pelos governos, mas os liberais não se sentem responsáveis por isso: alguns, ainda que não possam deixar de reconhecer o desastre insistem nas vantagens a longo prazo da implantação do capitalismo na Europa de Leste. Vinte anos depois do desaparecimento dos sistemas socialistas que governavam a Europa de Leste, a bem oleada máquina propagandística dos meios de comunicação continua a bater na tecla da interpretação daqueles factos: manipulando ideias simples sobre assuntos complexos, resolvem o assunto evocando a suposta «rebelião popular contra o socialismo», para acabarem a felicitar-se sobre a «morte do comunismo» e o «triunfo da liberdade».

Para a propaganda liberal, esse capitalismo está representado nos países mais desenvolvidos, não nos mais pobres: está em França, não no Egipto; está na Alemanha, não na Indonésia; está nos Estados Unidos mas não está no Haiti.”

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