Autor: “James Petras ”

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Criticar Trump sem deixar de criticar Obama

«Devemos criticar, atacar fortemente, sem excluir o legado de Obama, para evitar que as críticas a Trump sejam oportunistas por parte dos democratas, esquecendo o horrível registo que deixaram, antes de Trump chegar à presidência.
Uma vez que Obama saiu com a retórica demagógica de pseudo progressista, é positivo que agora haja mais protestos, mais mobilização, mais radicalização. O ter provocado um processo de mobilizações populares é um resultado positivo da eleição de Trump.»

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Fim do pós-neoliberalismo
Ascensão da direita pura e dura.

James Petras*    29.Feb.16    Colaboradores

A subida da direita pura e dura ao governo é um corolária das «alianças “sectoriais” e questões da vida quotidiana substituíram a consciência de classe. Os sindicatos perderam a sua capacidade de promover a luta de classes a partir de baixo e até mesmo de influenciar os sectores mais populares. A classe trabalhadora ficou numa posição vulnerável e está enfraquecida para se opor à implacável contra-ofensiva neoliberal anti-reformista».

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Primárias do Partido Democrático: os “progressistas” como preservativos políticos

James Petras    23.Dic.15    Colaboradores

De cada vez que o movimento de massas e o eleitorado popular optaram pela acção social independente fora do Partido Democrático, sempre um político “dissidente” emergiu de dentro do partido papagueando muitas das críticas e exigências dos movimentos e do eleitorado crítico. De Jesse Jackson ao actual Bernie Sanders, passando pelo farsante-mor Barack Obama, estes “dissidentes” democratas organizam campanhas “de base” em locais populares, pedindo pequenas contribuições e fazendo promessas de acabarem com o domínio do “big money e big business” sobre o processo eleitoral. Passadas as eleições, traem os que neles depositaram esperança, desviados da sua acção anterior e entregues à desmobilização e ao desalento.

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Erodoğan e Netanyahu declaram guerra

James Petras    19.Ago.15    Colaboradores

Israel tem estado no centro de décadas de devastação de povos e nações do Médio Oriente. As crescentes ambições regionais do actual poder turco estão a ponto de o colocar como rival de Israel nesse papel destruidor. Em ambos os casos com a bênção do imperialismo.

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Cinquenta Anos de Guerras Imperiais: Resultados e Perspectivas

James Petras    16.Abr.15    Colaboradores

Este artigo constitui uma notável tentativa de sistematização dos processos através dos quais os EUA aspiram ao poder global. É tanto mais interessante quanto permite constatar que a categoria “imperialismo”, mesmo quando abordada de um ponto de vista que diverge da concepção marxista-leninista, permite identificar traços e contradições essenciais do estado actual do capitalismo. Coisa que não sucede com os ideólogos que vêm tentando substituir o conceito de imperialismo pela palavra “império”.

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“Os negros no Missouri dizem que Ferguson é igual a Gaza e que a policia actua da mesma forma que os Israelitas”
A análise de James Petras em CX36, 18 de Agosto de 2014

James Petras    10.Sep.14    Colaboradores

James PetrasA repressão dos protestos pelo assassínio de um jovem negro em Ferguson, Missouri, “provocou mais protestos” e “as autoridades temem que o levantamento em Ferguson possa detonar levantamentos nas 150 maiores cidades do país, onde a população negra enfrenta condições idênticas”, disse o sociólogo norte-americano James Petras na sua coluna semanal em CX36. A discriminação racial aprofundou-se sob o governo de Barack Obama, que “nomeou vários negros da burguesia” para diversos cargos mas “as suas políticas belicistas no exterior e de corte de gastos sociais para os pobres no plano interno” faz com que os negros e os latinos sejam os mais prejudicados, acrescentou. Transcrevemos em seguida na íntegra esta análise.

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A fúria do Imperador: o caos tomará o mundo!

James Petras    29.Ago.14    Colaboradores

James PetrasNo centro do caos, o Presidente Obama, de olhar ameaçador, ataca cegamente, alheio às consequências, disposto a arriscar um descalabro financeiro ou uma guerra nuclear. Reforça sanções contra o Irão; impõe sanções à Rússia; constrói bases de mísseis que podem atingir Moscovo em cinco minutos; envia drones assassinos contra o Paquistão, Iémen e Afeganistão; fornece armas aos mercenários na Síria; treina e equipa curdos no Iraque e financia a selvajaria de Israel contra Gaza.

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