Autor: “João Ferreira”

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Sobre a designação de Mário Centeno como presidente do Eurogrupo

O passado já demonstrou que o facto de portugueses assumirem responsabilidades particulares no edifício institucional da União Europeia não significa que os interesses nacionais sejam mais e melhor defendidos.

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TTIP – Aliança contra os povos*

João Ferreira    06.Feb.15    Outros autores

João FerreiraDecorre durante esta semana em Bruxelas a oitava ronda de negociações entre a União Europeia e os EUA para a celebração do Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento («Transatlantic Trade and Investiment Partnership», TTIP, na terminologia anglo-saxónica). O TTIP visa liberalizar o comércio e os investimentos entre os dois lados do Atlântico, assim criando a maior zona de livre comércio do mundo, englobando mais de um terço do comércio mundial. Os monopólios americanos e europeus precisam de novos instrumentos para satisfazer os seus interesses.

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Grécia*

João Ferreira    23.Ene.15    Outros autores

João FerreiraNenhum obstáculo é inultrapassável se for enfrentado por um povo decidido a tomar o destino nas suas mãos. Uma coisa é certa, independentemente do resultado das eleições de domingo: o futuro da Grécia está nas mãos do seu povo e da sua luta.

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Uma «pipa de massa»*

João Ferreira    26.Ago.14    Outros autores

Durão Barroso, o mordomo das Lajes, qualificou os dinheiros que Portugal alegadamente receberá da UE até 2020 com uma prova de “solidariedade”. Esqueceu-se de dizer que em três anos sairá do País aquilo que supostamente a UE “solidariamente” para cá mandará ao longo de sete anos. Só em juros.

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Derivados de um capitalismo à deriva

João Ferreira    09.Ene.11    Colaboradores

João Ferreira“À entrada na segunda década do século XXI, o número de seres humanos a passar fome aproxima-se dos mil milhões.
(…) As razões profundas da crise alimentar encontramo-las nas contradições e nos limites intrínsecos ao modo de produção capitalista, na sua irracionalidade.
A pulsão especulativa procura a todo o custo contrariar a baixa tendencial da taxa de lucro, continuando o processo de acumulação. Assim se criam activos financeiros fictícios e se alimentam bolhas especulativas, acentuando a desproporção entre os meios financeiros em circulação e base material que lhes dá suporte. Muitos dos que ganham milhões especulando com os produtos alimentares não tocam sequer num único grão de milho ou bago de arroz

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