Autor: “João Vilela”

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A Campanha Eleitoral e a Politização

João Vilela    18.Ago.15    Outros autores

Para a burguesia, o analfabeto político é o seu melhor amigo. É a sua principal base de apoio. É a garantia de que continuará a explorar e a oprimir por muito tempo, com uma larga e pesada capa de chumbo, de crosta bruta, a soterrar os trabalhadores conscientes.

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A concepção leninista da táctica

João Vilela    22.Jul.15    Outros autores

Quando o que se decide no plano da táctica escamoteia os princípios, dissimula os princípios, mente acerca deles ou os substitui por ardis retóricos que não preparam as massas para as suas tarefas históricas, reduzindo a sua compreensão dos problemas ao imediatismo, aquilo que se cria é um movimento absolutamente desarmado, porque cego sobre a dimensão e dificuldade do trabalho que lhe cumpre fazer.

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Sobre o ataque à Linha Justa a pretexto do combate ao sectarismo

João Vilela    11.Nov.14    Outros autores

A substituição da táctica pelo tacticismo não se chama flexibilidade: chama-se oportunismo. Basta ver dois exemplos bem actuais: um, a equívoca posição pública de personalidades de esquerda e de direita apelando à «actuação intensamente activa» do Estado, solicitando-se-lhe que «interprete fielmente a prossecução do bem comum que é pertença da Nação»; outro, a contradição gritante entre afirmações públicas de dirigentes do tão promovido “Podemos” e a etiqueta de “esquerda radical” que se esforçam por colar-lhe.

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Social-chauvinismo e euro-esquerda ou tão amigos que eles são

João Vilela    10.Mar.14    Outros autores

A resposta à agudização da crise ucraniana e à ofensiva imperialista que desencadeou a grave situação actual será certamente muito complexa do ponto de vista político. Para as forças políticas que se reclamam da representação dos interesses dos trabalhadores só pode existir um critério seguro: o critério de classe, o critério do interesse do povo contra a exploração interna e a dependência e a dominação exterior.

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A questão da soberania nacional na História do Capitalismo português*

João Vilela    28.Feb.13    Outros autores

João VilelaUm dos traços característicos das classes dominantes em Portugal, com continuidade particular em todos os momentos de crise histórica, é o da aliança com o exterior contra o interesse nacional e popular. Assim sucedeu desde finais da Idade Média até aos dias de hoje. Esta comunicação, apresentada na Conferência Nacional “Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido” realizada no passado sábado, coloca com justeza uma questão central: “nenhuma luta emancipatória das classes populares e antimonopolistas pode deixar de ser, também, uma luta pela soberania nacional”.

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