Autor: “John Pilger”

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A questão não é Donald Trump – somos nós

John Pilger    24.Ene.17    Outros autores

Os media internacionais martelam insistentemente a imagem de um impoluto Obama contra a de um sinistro Donald Trump. Mas a verdade é que quem abriu o caminho a Trump foi o próprio Obama e a elite liberal que agora o endeusa, recusando-se a afrontar a voracidade do capital transnacional, e cujo discurso serviu para eclipsar a linguagem das classes trabalhadoras e populares… empurrando trabalhadores brancos para dentro de uma “identidade” de nacionalismo branco e ajudando os neofascistas a organizá-los.

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Provocar uma guerra nuclear através dos media

John Pilger    07.Nov.16    Outros autores

Há muito que os grandes media internacionais deixaram de ser verdadeiros órgãos de informação. Hoje são uma peça essencial nas estratégias do imperialismo, e os exemplos acumulam-se à medida que a agressão imperialista sobe de tom. Cada vez mais é necessário lê-los como os portugueses liam a imprensa do regime fascista: se informam de uma coisa, é porque é mentira; se atacam alguém, provavelmente é apenas porque esse alguém os incomoda.

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Por dentro do governo invisível: guerra, propaganda, Clinton & Trump

John Pilger    02.Nov.16    Destaques

O papel dos media no condicionamento e manipulação da opinião pública nunca foi tão grande. Nunca foi tão grande a sua cumplicidade com os objectivos, as estratégias, as guerras e os crimes do imperialismo. O facto de apoiarem Clinton na eleição presidencial nos EUA quase obriga a reflectir sobre o que é que os incomoda em Trump.

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Por que razão
os Britânicos disseram não à UE

John Pilger    29.Jun.16    Outros autores

Os britânicos não deliberaram sair da Europa em nenhuma jangada de pedra!, o que seria muito mais complicado e de consequências mais inimagináveis do que a vontade democraticamente manifestada de sair da União Europeia…
Convém distinguir, mesmo que na Europeia estivessem todos os países da Europa.
E não estão.
E quiseram sair porque, entre outras razões, «na Grã-Bretanha de hoje, 63% das crianças pobres crescem em famílias onde apenas um membro tem trabalho. Para eles, a armadilha está montada. De acordo com um estudo, mais de 600 mil residentes da segunda cidade britânica, a Grande Manchester, estão «a sofrer os efeitos da pobreza extrema» e 1,6 milhões estão a cair na miséria».

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Trump e Clinton: Censurando o intragável

John Pilger*    01.May.16    Destaques

É cada vez mais cerrada e difícil de ultrapassar a barreira censória dos chamados meios de referência, onde quer que eles se publiquem. Alinhados e subordinados aos media norte-americanos neles só deve ser publicado aquilo que eles entendem que nós podemos saber.
Até um dia …

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Uma guerra mundial começou – rompa o silêncio

John Pilger*    27.Mar.16    Outros autores

« Em 1947, uma série de directivas do National Security Council descreveu o objectivo supremo da política externa americana como «um mundo feito substancialmente sobre a própria imagem [da América]». Esta ideologia era o americanismo messiânico. Éramos todos americanos. Se não, os heréticos seriam convertidos, subvertidos, subornados, enlameados ou esmagados.
Donald Trump é um sintoma disto, mas também é independente. Ele diz que a invasão do Iraque foi um crime; ele não quer ir à guerra com a Rússia e a China. O perigo para os restantes de nós não é Trump, mas sim Hillary Clinton. Ela não é independente. Ela corporifica a resiliência e violência de um sistema cujo louvado “excepcionalismo” é totalitário com uma ocasional cara liberal.
Quando o dia da eleição presidencial estiver mais próximo, Clinton será louvada como a primeira mulher presidente, pouco importando os seus crimes e mentiras – assim como Barack foi louvado como o primeiro presidente negro e liberais engoliram suas tolices acerca da «esperança». E a verborreia prossegue.»

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De Pol Pot ao ISIS: O sangue nunca secou

John Pilger    28.Nov.15    Outros autores

Quando os grandes media se esforçam por separar causas e efeitos na escalada do terrorismo jihadista, é necessário recordar mais uma vez o papel determinante das agressões imperialistas nesse processo, em diferentes locais do mundo e em diferentes condições históricas e culturais. A destruição física e nacional e os genocídios que desencadeiam geram as condições para que a barbárie surja como resposta à barbárie. E, como é sabido, o imperialismo e seus aliados não só a geram como a alimentam.

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