Autor: “John Pilger”

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Por dentro do governo invisível: guerra, propaganda, Clinton & Trump

John Pilger    02.Nov.16    Destaques

O papel dos media no condicionamento e manipulação da opinião pública nunca foi tão grande. Nunca foi tão grande a sua cumplicidade com os objectivos, as estratégias, as guerras e os crimes do imperialismo. O facto de apoiarem Clinton na eleição presidencial nos EUA quase obriga a reflectir sobre o que é que os incomoda em Trump.

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Por que razão
os Britânicos disseram não à UE

John Pilger    29.Jun.16    Outros autores

Os britânicos não deliberaram sair da Europa em nenhuma jangada de pedra!, o que seria muito mais complicado e de consequências mais inimagináveis do que a vontade democraticamente manifestada de sair da União Europeia…
Convém distinguir, mesmo que na Europeia estivessem todos os países da Europa.
E não estão.
E quiseram sair porque, entre outras razões, «na Grã-Bretanha de hoje, 63% das crianças pobres crescem em famílias onde apenas um membro tem trabalho. Para eles, a armadilha está montada. De acordo com um estudo, mais de 600 mil residentes da segunda cidade britânica, a Grande Manchester, estão «a sofrer os efeitos da pobreza extrema» e 1,6 milhões estão a cair na miséria».

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Trump e Clinton: Censurando o intragável

John Pilger*    01.May.16    Destaques

É cada vez mais cerrada e difícil de ultrapassar a barreira censória dos chamados meios de referência, onde quer que eles se publiquem. Alinhados e subordinados aos media norte-americanos neles só deve ser publicado aquilo que eles entendem que nós podemos saber.
Até um dia …

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Uma guerra mundial começou – rompa o silêncio

John Pilger*    27.Mar.16    Outros autores

« Em 1947, uma série de directivas do National Security Council descreveu o objectivo supremo da política externa americana como «um mundo feito substancialmente sobre a própria imagem [da América]». Esta ideologia era o americanismo messiânico. Éramos todos americanos. Se não, os heréticos seriam convertidos, subvertidos, subornados, enlameados ou esmagados.
Donald Trump é um sintoma disto, mas também é independente. Ele diz que a invasão do Iraque foi um crime; ele não quer ir à guerra com a Rússia e a China. O perigo para os restantes de nós não é Trump, mas sim Hillary Clinton. Ela não é independente. Ela corporifica a resiliência e violência de um sistema cujo louvado “excepcionalismo” é totalitário com uma ocasional cara liberal.
Quando o dia da eleição presidencial estiver mais próximo, Clinton será louvada como a primeira mulher presidente, pouco importando os seus crimes e mentiras – assim como Barack foi louvado como o primeiro presidente negro e liberais engoliram suas tolices acerca da «esperança». E a verborreia prossegue.»

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De Pol Pot ao ISIS: O sangue nunca secou

John Pilger    28.Nov.15    Outros autores

Quando os grandes media se esforçam por separar causas e efeitos na escalada do terrorismo jihadista, é necessário recordar mais uma vez o papel determinante das agressões imperialistas nesse processo, em diferentes locais do mundo e em diferentes condições históricas e culturais. A destruição física e nacional e os genocídios que desencadeiam geram as condições para que a barbárie surja como resposta à barbárie. E, como é sabido, o imperialismo e seus aliados não só a geram como a alimentam.

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O acto revolucionário de contar a verdade

John Pilger    08.Oct.15    Outros autores

Um insidioso fascismo moderno é um perigo em aceleração. Exprime-se através da manipulação mediática e da mentira. Tal como nos anos 1930, grandes mentiras são apresentadas com a regularidade de um metrónomo. Muçulmanos são maus. Fanáticos sauditas são bons. Fanáticos do ISIS são maus. A Rússia é sempre má. A China está a ficar má. Bombardear a Síria é bom. Bancos corruptos são bons. Dívida corrupta é boa. A pobreza é boa. A guerra é normal.

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Assange -a história não contada de uma luta heróica pela justiça

John Pilger    03.Ago.15    Destaques

Este artigo é uma versão actualizada da investigação feita em 2014 por John Pilger, com a história não contada de uma campanha implacável – na Suécia e nos EUA – para recusar justiça a Julian Assange e silenciar a WikiLeaks: uma campanha que agora atinge uma etapa perigosa.

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