Autor: “Jorge Messias*”

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Uma Louca Corrida para o Abismo

Jorge Messias*    23.Jun.10    Colaboradores

“Ainda a «procissão vai no adro» e já para os capitalistas os sinos tocam a rebate. Em Portugal, confrontado com uma situação económica e financeira catastrófica, o governo – os «elefantes brancos» do Poder – prefere refugiar-se no puro suicídio. Vende ao desbarato o património do Estado, contrai novos empréstimos no estrangeiro para pagar os juros da dívida pública, oculta o constante aumento das contribuições, nada faz (bem pelo contrário!..) para garantir novos empregos, diminui o valor real das pensões de reforma, transfere para o privado e a preços de saldo as escolas, as creches e os hospitais dos sectores nacionais que a Constituição consagra, nacionaliza e desnacionaliza ao sabor de quem dá mais e investe tudo quanto o país tem e não tem para pagar aos ricos os prejuízos causados na banca pelo saque do dinheiro que é dos outros e pelos actos de ladroagem que continuam a ser cometidos”.

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Uma torrente de lama

Jorge Messias*    22.Mar.10    Colaboradores

“A noção de todos os grandes valores cívicos continua enraizada entre os trabalhadores e as massas populares mas nada diz aos governantes e aos detentores das grandes fortunas. Enfim, é inútil chorar sobre leite derramado. Políticos e banqueiros são corruptos e nem sequer se dão já ao trabalho de esconderem a sua corrupção. Ponto final, parágrafo”.

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Natal Cristão:
Redenção ou Mito?

Jorge Messias*    14.Dic.09    Colaboradores

JORGE MESSIAS
Publicamos o texto da intervenção inicial nosso amigo e colaborador Jorge Messias no debate por ele coordenado realizado no passado dia 11 de Dezembro na Câmara Municipal de Setúbal.

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Uma reflexão urgente e necessária

Jorge Messias*    04.Oct.09    Colaboradores

JORGE MESSIAS“O verdadeiro Poder Local amarra permanentemente os eleitos às bases populares e à auscultação das opiniões das populações; forma e informa com verdade as comunidades locais; trabalha sem cessar no reforço das frentes de combate do ensino, da saúde, da segurança social, da justiça, da comunicação, do património e da cultura, enfim, em todas as áreas locais ou regionais onde se torne necessário reforçar a intervenção social organizada”. (…) Mas justo é que também, nesta reflexão, se refira a questão do peso da igreja nas autarquias. Dizemos «igreja» porque na verdade, no nosso país, falar-se no plural em «igrejas» com capacidade de intervenção social, é incorrecto e abusivo. Só a igreja católica interessa nessa análise.
Socialmente, as outras igrejas pouco ou nada contam.

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A coligação com o Povo!

Jorge Messias*    16.Sep.09    Colaboradores

JORGE MESSIAS
“Coligações entre forças políticas ou sociais com interesses e objectivos antagónicos é proposta que nem sequer faz sentido. Seria tentar casar a água com o fogo. Uma verdadeira esquerda, no sentido de uma esquerda com valores radicais, tem sempre esta perspectiva bem presente. A única esquerda possível é a que alia á recusa de qualquer tipo de dogma ou de fundamentalismo, uma ideologia firme e esclarecida e a permanente ligação às massas populares. A «esquerda» não é revelação do sobrenatural mas construção dos homens”.

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Passado e futuro do povo português – Os tempos modernos

Jorge Messias*    31.Jul.09    Colaboradores

Jorge Messias
Em Portugal “há falta de vontade política para resolver problemas básicos da Saúde, da Educação, da Justiça, da Agricultura e Pescas, etc.” Tal como há séculos em que “eclodiam por toda a parte os escândalos causados pela usurpação das terras, em benefício da alta aristocracia, da igreja e das novas fortunas, também agora pouco ou nada se faz para castigar os responsáveis pelos roubos, pelos desfalques e pela mentira política dos mais poderosos. O caciquismo enraízou-se e tornou-se prática normal. Formou-se uma orgulhosa camada dirigente”.

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Passado e futuro do Povo Português – A Idade Média

Jorge Messias*    02.Jul.09    Colaboradores

Jorge Messias
“Se a História não se repete automaticamente no decurso do tempo é, pelo menos recorrente quando, na transição das fases históricas, o poder parece mudar mas não se consolida nas mãos do povo que é depois afastado dos centros de decisão. Tal como na análise dos sonhos, as «forças vivas da Nação» vigiam constante e atentamente. Disfarçadas com as vestes que convêm à sua imagem pública do momento são sucessivamente revolucionárias, legalistas, dogmáticas liberais, conservadoras… Uma coisa e o seu contrário mas sempre a mesma coisa”.

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