Autor: “José Goulão”

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O pragmatismo terrorista do império

José Goulão    14.Ene.14    Outros autores

José GoulãoA Turquia está a braços com um caso de alta corrupção governamental. Trata-se nem mais nem menos do canal através do qual milhares de milhões de dólares são enviados para a Al-Quaeda, o expoente máximo – segundo os EUA – do terrorismo mundial. Quer dizer: expoentes da NATO financiam um grupo que se destaca na guerra contra a Síria enquanto a estrutura sustentada pela rede da NATO o combate no Iraque.

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A Progressão do caos

José Goulão*    22.Ago.13    Colaboradores

José Goulão«Barack Obama interrompeu por momentos uma animada partida de golfe para condenar vagamente os militares egípcios pelas matanças dos últimos dias proibindo-os de participar em próximos exercícios militares mas não pondo em causa o auxílio logístico, financeiro e operacional. Obama fez mais uma vez de Pilatos decretando que só os egípcios podem resolver o problema que criaram. O presidente julga que nos esquecemos das declarações feitas há pouco tempo pelo seu secretário de Estado, John Kerry, segundo as quais o golpe militar no Egipto foi um acto para “correcção do caminho da democracia”».

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Já existem vencedores na Síria

José Goulão    03.Feb.13    Outros autores

José GoulãoA guerra contra a Síria não tem fim à vista.Mas já existem vencedores, por sinal os que menos se queimam no conflito e beneficiam directamente do facto de os combates se travarem no interior das fronteiras e os cordelinhos serem mexidos de fora. São o sionismo, as monarquias reaccionárias e fundamentalistas da Arábia Saudita e do Qatar, a Turquia. É o imperialismo, que aposta na escalada da guerra em toda a região.

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A paz, a guerra, a mentira e o Nobel

José Goulão    16.Dic.12    Outros autores

José GoulãoO Comité Nobel não sabe que mais fazer para desacreditar o Prémio Nobel da Paz. Desta vez foi a atribuição à UE. Através do gesto de entregar aos altos representantes da União Europeia, e também agentes do governo mundial dos mercados, as insígnias que deveriam antes agraciar os inimigos da guerra, os isentos de qualquer contaminação com os fabricantes e fazedores de conflitos armados, o Comité Nobel enxovalhou novamente o valor mais importante para a Humanidade – a Paz.

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NA-GAZA-KI

José Goulão    11.Dic.12    Outros autores

José GoulãoNa extrema-direita israelita os genes genocidas passam de geração em geração. O major na reserva Gilad Sharon, filho de Ariel Sharon – o carrasco de Sabra e Chatila – não ficou satisfeito com as recentes e precárias tréguas em Gaza. Para ele, é preciso “esmagar Gaza por inteiro” e, exemplifica, “os americanos não pararam em Hiroxima – os japoneses não se renderam suficientemente depressa – por isso atingiram também Nagasaki”.

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Ilusão Cruel

José Goulão*    22.Nov.12    Outros autores

José GoulãoQuando o cessar-fogo for quebrado, o que acontecerá inevitavelmente porque a continuação do bloqueio o garante, o megafone mediático mundial encarregar-se-á de ditar quem foi, ilibando o mediador egípcio e permitindo a Benjamin Netanyahu, se disso necessitar para fins eleitorais, o recomeço dos bombardeamentos, das execuções e também a invasão terrestre, que continua a estar operacional.

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Guerra em Gaza
Hipocrisia sangrenta

José Goulão*    10.Ene.09    Outros autores

José GoulãoPerante a guerra genocída que o terrorismo sionista no Poder em Israel está a levar a cabo com a invasão da Faixa de Gaza, os governos da mal chamada “comunidade internacional” apelam às duas partes para que cessem as actividades bélicas.
“Tais apelos baseiam-se na objectividade de um pretenso distanciamento entre as «partes em conflito», assim se exigindo uma rigorosa simetria de comportamentos como numa guerra convencional entre exércitos clássicos. Simetria, pois, entre civis indefesos e as forças armadas que ocupam o quarto lugar no ranking das mais poderosas do mundo; entre ocupados e ocupantes; entre morteiros mais ou menos artesanais e o poder de fogo dos F-16 e dos tanques de última geração; entre comunidades famintas sujeitas há anos a um feroz bloqueio de bens essenciais e uma nação estruturada apoiada sem limites pelo mais poderoso país do planeta; entre as vítimas e respectivos descendentes de uma limpeza étnica e os seus autores.”

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