Autor: “M K Bhadrakumar”

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EUA apanhados em situação difícil no norte da Síria

M K Bhadrakumar    26.Ene.18    Outros autores

Publicámos há dois dias um artigo sobre a “nova estratégia” dos EUA na Síria. O autor, Jan Oberg, sublinhava a insensatez do projecto e a ignorância que manifesta acerca da complexa relação de forças na região. A realidade aí está para o confirmar: os EUA arriscam-se a um confronto com outra poderosa potência militar da NATO, a Turquia. Não existe mal, antes pelo contrário, em que os EUA dêem tiros nos pés. Mas, infelizmente, as principais vítimas dos tiros EUA são outros povos.

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Qual a dimensão do falhanço de Obama?

M K Bhadrakumar    16.Dic.16    Outros autores

Enquanto os grandes media de todo o mundo vão elaborando os mais apocalípticos cenários para a administração Trump, a celerada administração Obama encerra o mandato radicalizando a sua criminosa política externa, incluindo com o fornecimento de novo e mais sofisticado armamento aos terroristas a quem chama “oposição” na Síria. O “nobel da paz” Obama deixa um rasto de destruição, agressão e guerra ainda pior do que o dos seus antecessores.

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O “efeito Trump” divide a opinião europeia

M K Bhadrakumar*    20.Nov.16    Outros autores

Os resultados das eleições presidenciais na Bulgária e na Moldávia indicam uma tendência de aproximação à Rússia e de distanciamento em relação à UE. Conjugados com declarações de Trump no decurso da campanha eleitoral, apontam para crescentes clivagens internas no bloco europeu ocidental. A agressiva política de militarização apontada a Leste não constitui apenas a perspectiva de uma tragédia militar. Vai também contra interesses comerciais e económicos para os quais a UE não constitui alternativa.

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As nove vidas de Erdogan
E o golpe de Gulen

M K Bhadrakumar*    18.Jul.16    Outros autores

M. K. Bhadrakumar é um experiente e bem informado analista de política internacional:
«Agora, a tentativa de golpe na Turquia ocorre na sequência da reaproximação turco-russa e de sinais nascentes de uma mudança nas políticas intervencionistas de Erdogan na Síria. Naturalmente, a Turquia é um “estado chave” nas estratégias regionais dos EUA e a reaproximação turco-russa chega no momento mais inoportuno para Washington».
Por outro lado, «Gulen obteve a permissão de residência nos EUA (”green card”), aparentemente por recomendação de altos responsáveis da CIA. Desde então tem vivido isolado na Pensilvânia e nunca saiu dos EUA em visita ao exterior».

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Putin não pode ceder, as tensões com os EUA irão aumentar

M K Bhadrakumar*    02.Mar.16    Outros autores

O autor, o embaixador indiano Bhadrakamur, analisa as difíceis relações da Rússia com os EUA e a intervenção da inteligência norte-americana na Rússia tomando como referência o discurso de Putin na reunião anual do Serviço de Segurança Federal (FSB) da Rússia.
«Fundamentalmente, a questão central para a Rússia é que os EUA interferem nas suas políticas internas tendo em vista criar desarmonia política e enfraquecer o Kremlin, forçando-o a adoptar políticas que estejam em consonância com as estratégias americanas regionais e global.»

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EUA atravessam o sinal amarelo

M K Bhadrakumar [*]    03.May.15    Outros autores

O irresponsável aventureirismo dos EUA na Ucrânia deu um novo passo no sentido da escalada de confrontação com a Rússia, ao insistir no envio de militares para treinar o exército ucraniano. A aliança do imperialismo com os fascistas ucranianos e o regime instalado em Kiev consolida-se, num quadro de reorganização das forças armadas daquele país, manifestamente incapazes de conseguir uma vitória militar no leste russófono. Apesar das bárbaras acções punitivas que continuam a empreender, fazendo tábua-rasa dos acordos de Minsk.

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A Europa também vira… na direcção da China

M K Bhadrakumar    25.Mar.15    Outros autores

Enquanto o imperialismo norte-americano se enreda numa guerra sem fim na Mesopotâmia, e na Eurásia persegue um objectivo que não tem o menor impacto directo para os interesses vitais estado-unidenses desenvolve-se, ao mesmo tempo e debaixo do seu nariz, uma reconfiguração fundamental da dramaturgia asiática. Pequim tirou o tapete à estratégia estado-unidense de conter a China, não só em termos intelectuais, mas também em termos políticos e diplomáticos.

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