Autor: “Manlio DINUCCI”

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Neocolonialismo e “crise dos imigrantes”

Manlio Dinucci    04.Jul.18    Outros autores

Com um notável poder de síntese, este texto diz o essencial sobre a “crise” sobre a qual as grandes potências capitalistas se dizem preocupar. Na verdade, são elas as responsáveis pelos enormes fluxos migratórios em causa. Com as suas políticas de exploração neocolonial de recursos alheios, com a destruição militar de países que de algum modo resistam à sua dominação, com a imposição da pobreza extrema e da dependência a gigantescas massas humanas.

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Pacote de bombas nucleares dos EUA

Manlio Dinucci    13.May.18    Outros autores

A Itália pode passar meses sem governo. Mas a inserção do país na máquina militar dos EUA/NATO não cessa de avançar. O aumento de armamento nuclear em território italiano não constitui apenas mais um perigoso elemento na agressiva escalada do imperialismo em direcção a oriente. Coloca a Itália – tal como os outros países europeus – na primeira linha dos riscos que essa escalada envolve, e das consequências devastadoras que a retaliação a uma agressão EUA/NATO inevitavelmente provocará.

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A nova campanha da Rússia

Manlio Dinucci    03.Abr.18    Outros autores

A histérica campanha EUA/NATO contra a Rússia é tão transparente que custa a crer que haja alguém que pense pela sua própria cabeça que possa ser convencido por ela. A única coisa que deixa à vista é o extraordinário e desavergonhado coro de papagaios instalado na comunicação social dominante, ressuscitando o anticomunismo mais troglodita - como se a URSS não tivesse desaparecido há quase 30 anos e o que ali hoje existe não fosse um capitalismo tão mafioso e explorador como o dos seus próprios países. O que essas vozes de guerra fariam bem em recordar é que, em mais de 2 séculos, todas as agressões estrangeiras em solo russo tiveram mau fim.

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A advertência nuclear de Putin

Manlio Dinucci    16.Mar.18    Outros autores

As revelações recentes de Putin sobre as novas armas nucleares de que a Rússia dispõe já suscitaram sobretudo silêncio e algumas ironias canhestras. Os elementos revelados são muito sérios, e não foram a quebra de qualquer segredo: Putin sabe que os EUA têm armas semelhantes em desenvolvimento. O que isto significa é duma clareza fulminante: uma guerra nuclear dificilmente terá sobreviventes.

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O verdadeiro livro explosivo é o que Trump assinou

Manlio Dinucci    17.Ene.18    Outros autores

Quem verdadeiramente manda nos EUA encontrou já a melhor forma de se servir de Trump: entreter os grandes media com as suas palhaçadas e as suas boçalidades reaccionárias, enquanto vai prosseguindo a sua política – que não muda lá porque muda o locatário da Casa Branca. O documento sobre a “Estratégia de Segurança Nacional” aí está para o confirmar. No fundamental, trata-se da continuidade de documento idêntico assinado por Obama, que por sua vez nada divergia do que antes Bush assinara. A diferença é que a situação mundial leva o imperialismo EUA a encarar a carta da guerra como cada vez mais necessária, face à concorrência.

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A Nato na Itália

Manlio Dinucci    03.Ene.18    Outros autores

Para a NATO, a Itália não passa de uma enorme plataforma de apoio logístico.Com o inteiro acordo de sucessivos governos, as bases ampliam-se, adaptam-se à instalação de meios militares cada vez mais poderosos. O povo italiano, evidentemente, não é consultado. Mas estas obras são em grande parte pagas com o seu dinheiro. E colocam o território italiano na primeira linha de fogo.

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Breve história da NATO de 1991 aos dias de hoje (IX, X)

Manlio Dinucci    25.Nov.17    Outros autores

O ataque EUA/NATO à Síria segue o padrão anteriormente experimentado, nomeadamente na Líbia. Mas o golpe de estado na Ucrânia traz outros elementos. No lugar da tropa de choque utilizada no Médio-Oriente, recrutada entre o terrorismo islâmico, surgem agora grupos paramilitares neonazis. A violência contra os povos assume aqui contornos mais especializados, tomando como alvo particular os comunistas e os sindicalistas. O imperialismo assume a aliança com o fascismo.

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