Autor: “Manuel Augusto Araújo”

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PIM PAN PUM

Para o PAN não é contraditório que o seu deputado na Assembleia da República intervenha contra os políticos, declarando que o regime falhou, como se ele mesmo não fosse um político em exercício. Objecto da maior benevolência por parte dos media, as contradições, banalidades e oportunismos do PAN não arriscam o escrutínio mediático que mereceriam. E a sua promoção diz muito acerca das diferentes componentes e vias do projecto da direita.

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Ah! Ça Ira, Ça Ira, Ça Ira

Celebram-se os 230 anos da Revolução Francesa. Como todos os grandes momentos históricos teve as suas expressões artísticas, nomeadamente as canções, “espelho dos acontecimentos, seu catalisador, e sua memória”. Compulsar as canções da Revolução Francesa é verificar a importância das canções no imaginário popular e patriótico e a sua iniludível contribuição para os avanços revolucionários.

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Proteger o Património Cultural

«Com as guerras do império norte-americano e seus sequazes no Médio-Oriente, Iraque e Síria, e no Afeganistão, a destruição de monumentos, a pilhagem, o tráfico ilegal de artefactos históricos têm efeitos muitíssimo mais devastadores que o incêndio da Notre-Dame.»

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Manuel Gusmão, «contra todas as evidências»

Manuel Gusmão recebeu ontem no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, a Medalha de Mérito Cultural. Odiario.info saúda o Intelectual comunista que, em 2008, escreveu no Caderno Vermelho: «Um dos princípios do humanismo comunista é a ideia de que o desenvolvimento de cada um e o desenvolvimento de todos se potenciam mutuamente. Falar de cultura, reivindicar cultura, lutar pela cultura, sim; mas é preciso ao mesmo tempo meter as mãos na massa: fazer cultura.»

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Israel, um Estado réprobo

Israel impôs-se como o braço armado do imperialismo no Médio-Oriente, aliando-se aos estados árabes mais ditatoriais e reaccionários. É o instrumento através do qual qualquer hipótese de revolução árabe progressista é esmagada e com o qual se controla qualquer país do Médio-Oriente, seja qual for o seu regime, que tentar escapar à órbita do imperialismo norte-americano, como é bem verificável nos sucessos dos últimos anos.

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Maio 68, a não-revolução

Um interessante contributo para o entendimento da natureza e do impacto posterior dos acontecimentos de Maio de 1968 em França. Aqui sobretudo reflectindo sobre o universo cultural, filosófico e ideológico de muitas das suas figuras centrais, tão “radical” como facilmente recuperado pela sociedade que diziam pretender transformar.

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Álvaro Cunhal no Museu do Aljube

Odiario.info publica hoje dois textos sobre dois dos mais notáveis intelectuais e revolucionários comunistas portugueses: Álvaro Cunhal e Bento de Jesus Caraça.
Ambos provaram saber que a sua integração na luta do povo e da classe operária portugueses era um processo de transformação: deles, intelectuais, e dos que com eles lutavam e integravam o Partido Comunista Português.
Álvaro Cunhal distinguiu-se como político, organizador, artista e escritor que soube colocar o seu talento, intelecto e determinação ao serviço do povo, Bento Caraça, apesar de ter morrido prematuramente aos 47 anos de idade, tinha «… uma conceção de cultura [é] alheia a todo o elitismo e [é] radicalmente democrática», tendo tido um papel determinante na criação e organização da Biblioteca Cosmos e da Universidade Popular, de que hoje, mais de 70 anos volvidos após a sua criação, ainda se sentem os efeitos.
Este texto é sobre o encontro dedicado a Álvaro Cunhal no Museu do Aljube, sob o tema Intelectuais e Artistas da Resistência.

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