Autor: “Milton Pinheiro”

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A aberração toma conta dos salões ou a etnografia da cena quotidiana?

Milton Pinheiro*    28.Ene.17    Outros autores

Um texto que aborda a situação no Brasil com as armas da ironia. Infelizmente para o povo brasileiro, essa ironia só pode ser muito amarga.

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“Operação gringo”: o PCB como inimigo nº 1 da ditadura militar no Brasil

Milton Pinheiro *    06.Ene.15    Colaboradores

Documentação recentemente descoberta vem acrescentar novos dados a um facto confirmado: no Brasil dos anos 60 e 70 do século passado os comunistas brasileiros foram alvo privilegiado da repressão, da tortura e do assassínio, e o seu Partido o principal inimigo que a ditadura tentou destruir.

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Jean Salem: um filósofo na luta para transformar o mundo

Nesta importante entrevista do filósofo marxista Jean Salem ao “Brasil de fato”, este amigo e colaborador de “odiario.info” expõe com notável lucidez opiniões sobre questões centrais do seu país, da Europa, do nosso tempo, daquilo que, nas suas palavras, representa a cruel “falta de organização revolucionária na Europa justamente agora que o sistema (capitalista) sofre abalos na sua base”.

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As Condições políticas para o belicismo do capital

Milton Pinheiro    14.Jun.12    Outros autores

Milton PinheiroNa dimensão política da crise se constituiu um “novo” comando, pautado pela ordem armada do capital, que é cada dia mais violento. Essa articulação passou por uma reformulação no sentido de unificar o bloco de forças que tem na defesa do neoliberalismo, a sua agenda constante. Essa síntese política e ideológica sacralizou, numa inflexão à direita, um conjunto de forças que antes tinha pequenas divergências de método, mas que agora unificaram-se na perspectiva de um padrão de disputa que encontra fundamentos na americanização da política.

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A Hungria no laboratório do neoliberalismo

Milton Pinheiro*    18.Feb.12    Outros autores

Milton PinheiroA Hungria sofre um colossal retrocesso social e histórico: 1 milhão de desempregados, 2 milhões abaixo do limiar da pobreza, um terço dos trabalhadores recebendo o salário mínimo: 250 euros. Um processo selvagem de desindustrialização e de privatização: o capital estrangeiro domina 75% da economia, com 100% do sector bancário, 85% na indústria e agricultura, 100% na energia. Uma alta brutal nos preços de bens e dos serviços públicos, igualmente privatizados. Os grandes combinados industriais da economia planificada foram substituídos por empresas de no máximo 300 trabalhadores, quando antes eram de cinco mil. Hoje, 58% dos operários húngaros trabalham em empresas com menos de 50 trabalhadores.
E a isto tudo soma-se a direita fascista no poder.

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