Autor: “Os Editores”

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NOTA DOS EDITORES

Domenico Losurdo

Os Editores    30.Jun.18    Editores

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Repor a objectividade em relação ao propalado “aumento de impostos”. Mas não ocultar que a injustiça fiscal se agravou.

Os Editores    20.May.18    Outros autores

O INE publicou dados sobre a evolução da “carga fiscal” em Portugal no período 2011/2017. Alguns órgãos de comunicação social divulgaram em grande “caixa” que “Carga fiscal cresce para 34,7% em 2017 e atinge recorde.” Trata-se de uma manipulação grosseira: enquanto o governo PSD/CDS aumentou brutalmente os impostos enquanto o PIB estagnava, a situação actual é de um aumento da riqueza criada. O que não quer dizer que esteja tudo bem: há um efectivo aumento dos impostos indirectos, os mais injustos socialmente. Agravou-se a injustiça fiscal.

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Homenagem na Sorbonne a Jean Salem

Os Editores    17.Abr.18    Colaboradores

Rémy Herrera fez-nos chegar textos lidos na homenagem a Jean Salem realizada na Sorbonne. São belos e sentidos depoimentos, vindos de todos os continentes, que destacam a dimensão do grande amigo e camarada agora irremediavelmente ausente.

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Jesús Santrich detido na Colômbia a pedido dos EUA

Os Editores    11.Abr.18    Outros autores

Esta notícia constitui mais um dramático alerta sobre a situação do processo de paz na Colômbia. Rejeitado e sabotado pela reacção colombiana, esta não faria o que fez sem o apoio e o incentivo dos EUA, que têm na Colômbia o seu mais importante peão regional, o mais fortemente armado, e aquele cuja classe dominante não hesita perante seja que crime for. A prisão e a ameaça de extradição de Santrich para os EUA constitui mais um violento golpe contra um processo cada vez mais precário.

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Viva a Grande Revolução Socialista de Outubro!

Os Editores    07.Nov.17    Outros autores

«Acontecimento capital na história da humanidade, a Revolução de Outubro teve uma influência determinante em toda a evolução social e política contemporânea. No que respeita a Portugal, provocou uma decisiva viragem no movimento operário. Em Janeiro de 1918, Lénine dizia que os proletários de todos os países “acolhem com simpatia cada notícia, cada migalha de informação sobre a nossa revolução, porque sabem que o que está a ser realizado na Rússia é a sua causa comum, a causa da insurreição proletária, da revolução socialista internacional”. Assim sucedeu também em Portugal. Apesar da feroz campanha que a imprensa burguesa conduzia contra o jovem Estado soviético, apesar das posições anti-soviéticas de dirigentes anarquistas e socialistas, os trabalhadores procuravam avidamente “cada migalha de informação” e, por instinto de classe, logo viram na revolução russa a sua própria causa».

Álvaro Cunhal, “O que devemos a Lénine”, Abril de 1970

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Relatório central ao Congresso Fundacional do novo partido político

Os Editores    06.Sep.17    Outros autores

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia–Exército Popular (FARC-EP), no Congresso Fundacional do novo partido político, realizado na Colômbia de 28 de agosto a 1 de setembro de 2017, deram origem ao partido político Força Alternativa Revolucionária do Comun (FARC).
Foi o culminar de um longo processo de 53 anos de luta armada, a que se seguiu um igualmente longo período de conversações que se iniciou em Havana a partir de fevereiro de 2012.
Odiario.info, mesmo depois de a UE e os governos dos países que a compõem, em obediência à pressão dos EUA terem deixado de reconhecer as FARC como uma força libertadora e aderido ao conceito de Washington que esta era uma organização terrorista, sempre se solidarizou com a guerrilha heroica criada em Maquetália, em 1964. Quando se anunciou o início das negociações de paz, odiario.info afirmou que ninguém podia condenar a heroica organização que, ao longo de mais de meio século tinha conduzido a luta armada libertadora na Colômbia, mas já então reconheceu que a linguagem já não era a mesma. E quando se perdem as palavras, as ideias já se terão ido antes…
Por isso, frases como «Além de sujeitos políticos para a transformação revolucionária do nosso país, somos homens e mulheres que requeremos passar para uma base económica que permita garantir o nosso sustento diário e responder às aspirações que temos de bem-estar e bom viver ao lado das nossas famílias», só o tempo esclarecerá o verdadeiro significado do que agora pretendem dizer.

Para um melhor esclarecimento dos nossos leitores acompanhamos o texto com o símbolo escolhido para o novo partido.

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Com a desculpa que é preciso recuperar os rendimentos das classes desfavorecidas, a classe média, que é aquela que mais paga ao Estado, continua esmagada com impostos e esquecida pelo Governo

Os Editores    03.Sep.17    Outros autores

É por opção de classe que que é sobre os rendimentos médios que incide o maior esforço fiscal: o grande capital e o capital monopolista nem nem IRC paga em Portugal, mas na Holanda, no Luxemburgo, na Irlanda ou noutro qualquer país de regime mais favorável.

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