Autor: “Pedro Carvalho”

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O Abafador Europeu, as consequências da austeridade e do Euro para Portugal

Pedro Carvalho*    21.Nov.15    Outros autores

Sem o retorno dos instrumentos de política económica, monetária, orçamental e cambial e sem pôr no domínio público os sectores estratégicos que permitam alavancar o desenvolvimento económico e social do país, não teremos os instrumentos para fazer as escolhas necessárias para construir o Portugal que queremos e precisamos, que Abril começou.

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A Situação Socioeconómica Nacional e a Proposta de Orçamento de Estado para 2015

Pedro Carvalho*    09.Dic.14    Destaques

A proposta de Orçamento de Estado para 2015 continua a política da Troika, onerando os trabalhadores para beneficiar o capital. Contribuindo para manter uma política de austeridade que visa restaurar as condições de rentabilidade do capital, acentuando a exploração de trabalho. O orçamento e demais leis associadas contribuem assim para operar uma enorme transferência de rendimento do trabalho para o capital, como se fosse uma política redistributiva invertida.

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A quem serve a austeridade: retrato económico e social do Portugal de hoje e os impactos da integração capitalista europeia

Pedro Carvalho*    20.Feb.14    Outros autores

Fazendo recurso às últimas previsões macroeconómicas da Comissão Europeia (Outono 2013, AMECO) e às estimativas que apresentam para o ano de 2013, podemos perceber a forte degradação da situação económica e social nacional. Se tivermos em conta a evolução das últimas décadas dos principais indicadores económicos, podemos perceber como esta se acentuou depois do estabelecimento do Euro e agora, com a aplicação do programa de «ajustamento estrutural», o denominado PAEF.

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Limitações e Consequências para a Produção Nacional da Integração Europeia e do Euro*

Pedro Carvalho    01.May.13    Outros autores

A natureza de classe da União Europeia é cada vez mais evidente. Sendo um processo histórico de resposta do capitalismo europeu às crises cíclicas que atravessa e um elemento da concertação/rivalidade do capital ao nível europeu, estamos perante um instrumento de classe efectivo na ofensiva contra o trabalho, que cria constrangimentos à luta dos trabalhadores e dos povos. Um instrumento criado e desenvolvido pelo grande capital que, por isso mesmo, não reformável.

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Derrotar a União Europeia para construir o futuro
As consequências do Euro e das políticas de austeridade para os países do sul

Pedro Carvalho*    03.Dic.12    Colaboradores

O «consenso de Washington» não é mais que uma cartilha ideológica de resposta do sistema à crise, que visa ajustar contas com as conquistas dos trabalhadores do pós-Guerra, atingidas de forma avançada em Portugal com a Revolução de Abril de 1974. Uma resposta que tem no seu epicentro a redução dos custos unitários de trabalho, na tentativa de aumentar as taxas de exploração com vista a restaurar as condições de rentabilidade do capital, ao mesmo tempo que garante ao capital novos mercados e recursos financeiros públicos com vista ao seu financiamento, tendo como origem impostos pagos pelos trabalhadores.

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A crise sistémica e suas repercussões em Portugal*

Pedro Carvalho    14.May.12    Colaboradores

A «austeridade» é a forma como o sistema capitalista responde às crises cíclicas decorrentes do processo de acumulação de capital, de forma a retomar o processo de valorização do capital, por via da restauração das condições de rentabilidade - as taxas de lucro.
Dito por outras palavras, os ditos «programas de austeridade», independentemente da forma em que se apresentam, tem como principal propósito a redução dos custos unitários do trabalho, garantir uma maior apropriação da riqueza produzida pelo trabalho pelo capital, ou seja, garantir a transferência dos ganhos de produtividade do trabalho para o capital na tentativa de aumentar a taxa de exploração.

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O processo de concentração e centralização do capital

Pedro Carvalho*    30.Mar.12    Colaboradores


Apesar da passagem de quase um século mantêm-se com particular acuidade para qualquer caracterização dos traços do desenvolvimento do sistema capitalista na actualidade os traços fundamentais utilizados por Lénine para descrever a fase imperialista do capitalismo. Nomeadamente o grau de concentração da produção e do capital que teve como consequência o monopólio, o predomínio do capital financeiro no comando do processo de acumulação de capital – a existência de uma oligarquia financeira, a exportação de capitais como aspecto determinante para cumprir a vocação universal do capitalismo e «internacionalizar» o circuito do capital, a formação de organizações internacionais monopolistas e a partilha do mundo pelas principais potências imperialistas, com o recrudescer do (novo) colonialismo.

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