Autor: “Rémy Herrera ”

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O Marxismo, crítica da economia política ou economia política?

Rémy Herrera*    12.Oct.18    Colaboradores

O marxismo, dado ser uma crítica, também é o fundamento dos conceitos-chave de um saber científico autêntico, radicalmente alternativo, em economia política. É com Marx e Engels, no quadro duma concepção materialista da história, que vão ser determinadas as características do modo de produção capitalista, vão ser articuladas as forças produtivas e as relações de produção, vão ser traçados os contornos dos antagonismos de classes, vão ser desvendados os segredos da exploração, incluindo os movimentos complexos do capital, vai ser medida a gravidade das suas crises – e, na prática, vão ser abertos os horizontes das revoluções proletárias que estavam a chegar.

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Da repressão ao escândalo de Estado

Rémy Herrera    02.Ago.18    Colaboradores

Em França a presidência da República é constitucionalmente blindada contra escândalos. Macron julga-se completamente impune. Entretanto, o caso do seu guarda-costas Benalla acabou por o expor ao escrutínio mediático e parlamentar e fragilizou-o. Com o regresso das férias regressarão as lutas, e Macron estará mais fraco.

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E se a luta social estivesse apenas a começar?

Rémy Herrera    19.Jul.18    Colaboradores

Em França, o governo Macron suspirava pela chegada das férias, na esperança de que essa pausa fizesse cessar as grandes lutas com que se tem deparado. E prepara nova e ainda mais grave ofensiva: a destruição do sistema público de segurança social. Deve recordar-se que, em momentos anteriores, esse objectivo conduziu às maiores mobilizações de massas desde Maio de 1968. O regresso ao trabalho pode trazer a Macron ainda maior luta dos trabalhadores e popular.

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As lutas prosseguem, ainda e sempre

Rémy Herrera    10.Jul.18    Outros autores

Em França as lutas em grandes sectores prosseguem, nomeadamente no sector ferroviário e no da energia. No sector ferroviário as greves assumiram novo agendamento, atingindo os momentos de maior fluxo de utentes no início das férias de Verão. No sector da energia há neste momento mais de 300 locais bloqueados. O governo e o patronato sonham que o Verão desmobilize as lutas. Mas irão verificar, na “rentrée”, que muito provavelmente regressarão com ainda mais cólera e mais vigor.

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Até ONDE e até QUANDO?

Rémy Herrera    24.Jun.18    Colaboradores

Em França prossegue a ofensiva Macron: privatizações, despedimentos, cortes nas funções sociais do Estado, explosivo crescimento da pobreza infantil. No movimento dos trabalhadores, o esperado recuo das organizações sindicais de direita e reformistas. Mas também a determinação em não ceder, em prosseguir as lutas, e em realizar acções de notável imaginação e impacto.

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Greves em todas as frentes

Rémy Herrera    15.Jun.18    Outros autores

Mobilizam-se em França sectores acerca dos quais não há memória de realizarem uma luta colectiva. O fenómeno tem duas explicações aparentes: por um lado, o ânimo que suscita a combatividade de sectores (ferroviários, função pública) que, apesar de pressões de toda a ordem, persistem na defesa das suas reivindicações; por outro, o facto da ofensiva do governo Macron avançar em todas as direcções e provocar um mal-estar social cada vez mais alargado.

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Sê jovem e cala-te!

Rémy Herrera    02.Jun.18    Outros autores

Mais informação das lutas em França. Estudantes do ensino secundário e do ensino superior combatem as «reformas» privatizadoras e antidemocráticas de Macron. E, como outros sectores em protesto, são alvo da repressão e da violência policial. Num quadro em que persiste uma ampla mobilização social, essa repressão, em vez de intimidar, reforça a vontade de luta.

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