Autor: “Remy Herrera*”

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Evoluções (e limites) de uma reflexão comum

A colonização vista por Marx e Engels

Remy Herrera*    04.Dic.18    Colaboradores

Este texto é efectivamente mais longo do que os textos que habitualmente publicamos. Mas trata-se de um notável ensaio sobre um aspecto particular da investigação e do pensamento de Marx e Engels, e é igualmente uma forma de prosseguir, em odiario.info, a celebração do bicentenário do nascimento de Karl Marx.

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Notas sobre Jean-Baptiste Say
Concepção da Economia em geral e posição face à escravatura em especial

Remy Herrera*    28.Abr.17    Outros autores

Uma análise crítica do pensamento de Jean-Baptiste Say (1767/1832). Aborda a sua concepção geral da economia, especialmente sobre as definições do valor, do capital ou do equilíbrio da oferta e da procura sobre os mercados («Lei dos Mercados»). Aborda também uma questão menos conhecida, a das posições adoptadas por Say sobre a escravatura (e sobre as colónias).

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Pensar as crises

“O capitalismo, ferido no fundo do seu sistema de poder, conheceu outras crises de que sempre saiu mais concentrado e poderoso. É ilusão acreditar que se vai afundar sozinho sob o efeito da crise que atravessa. Se o problema estrutural para a sobrevivência do capitalismo é a de uma pressão para a baixa de taxas de lucro, e se a financeirização não for para ele uma solução durável, tudo o que esse sistema oferece, até à sua agonia, é uma acentuação da exploração do trabalho.”

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Liberdade, liberdade querida, onde estão os teus defensores?

Remy Herrera*    25.Ene.15    Outros autores

Qual é esta liberdade de que falam bruscamente os porta-vozes dos oligopólios financeiros, vendedores de armas, miliardários «filantrópicos»? Trata-se de defender a liberdade de um sistema que hoje se cala sobre as acções do exército ucraniano no Donbass, como ontem sobre o esquartejar da Jugoslávia pela OTAN? E os gritos das crianças desfeitas em Gaza? Liberados, estes media que soltam o seu fluxo incessante de propaganda contra os avanços revolucionários latino-americanos?

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As convulsões europeias e os seus efeitos na América hispânica entre 1795 e 1815

Remy Herrera*    10.Oct.13    Colaboradores

Neste importante estudo, Remy Herrera procura identificar alguns dos efeitos produzidos no “Novo Mundo” pelas convulsões maiores que, entre os anos de 1795 e 1815, transformaram o velho Continente — de que Inglaterra tomaria a liderança, e com ela a hegemonia sobre o sistema mundial capitalista, à saída do período; e também algumas influências externas marcantes que interagiram sobre as reviravoltas de alianças estratégicas operadas à escala mundial nesse momento. São elementos que ajudam a observar os antecedentes históricos dos actuais processos em curso na América Latina.

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O Sul já pagou a dívida externa ao Norte, mas o Norte recusa reconhecer as suas dívidas ao Sul

Os países do Sul, apesar de terem pago mais de 12 vezes o capital devido em 1980, continuam a ver crescer a dívida ao Norte! “Esta gigantesca sangria de recursos, levada a cabo durante mais de um quarto de século (…) tem contribuído para concentrar cada vez mais a riqueza, ao nível nacional por um lado, em benefício das classes dominantes dos países do Sul, e a nível internacional por outro, a favor dos países do Norte”

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Porquê (re)ler as teorias do sistema capitalista mundial?

Remy Herrera*    17.Ene.07    Colaboradores

Remy HerreraSendo um convite a ler e a reler as teorias do sistema capitalista mundial, este artigo mostra-nos o quanto estas análises continuam a ser preciosas para compreender as transformações do capitalismo, neste início do século XXI. Este estudo incide, principalmente, sobre os quatro autores mais representativos desta corrente teórica : Samir Amin, Immanuel Wallerstein, Giovanni Arrighi e André Gunder Frank. Estas teorias constituem um dos campos de pesquisa mais dinâmicos, onde o marxismo, dos últimos anos, se manifestou. Reforçando os laços entre economia e política, e as ligações entre « intra » e « inter »nacional, reformulando os problemas de periodização e de articulação dos modos de produção e da articulação entre exploração e domínio, estas análises permitiram-nos clarificar categorias cruciais nos planos teórico e político, tais como as de classe, de Estado, de mercado ou de mundialização.

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