Autor: “Tony Cartalucci”

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Myanmar: os Rohingya e os militantes apoiados pelos sauditas

Tony Cartalucci    19.Dic.17    Outros autores

A prolongada crise em Myanmar e a questão da minoria Rohingya requerem mais informação do que a que os grandes media ocidentais proporcionam. E, provavelmente, o essencial do que está em causa será, mais uma vez, o dedo imperialista a gerar uma situação violenta e imprevisível num país dirigido nominalmente por Aung San Kyi – uma personalidade criada pelos interesses ocidentais. Situação que inquine as suas relações com a China e dê oportunidade à instalação de tropas EUA na fronteira comum.

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Redesenho de África:
Os EUA apoiam a Al Qaeda no Mali. A França vem em socorro

Tony Cartalucci    12.Feb.13    Outros autores

Tony CartalucciO imperialismo, que nunca olhou a meios, age cada vez mais como um criminoso colectivo global. Todos os instrumentos que possam ser úteis à sua acção são utilizados. A OTAN invade países a pretexto de combater a Al Qaeda. E simultaneamente apoia e serve-se da Al Qaeda, desde o Mali até à Síria.

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Os Estados Unidos largam o Conselho Nacional Sírio e dedicam-se apenas a armar a “Al Qaeda na Síria”

Tony Cartalucci*    07.Nov.12    Outros autores

Os EUA continuam a movimentar os seus fantoches na Síria. Ao que parece, abandonam a frente política aliada na mais recente jogada para apressarem a mudança de regime há muito empatada. O chamado “Conselho Nacional Sírio” está a ser marginalizado, visto ser geralmente considerado como ilegítimo tanto pelos sírios como pelo mundo em geral. No discurso, o imperialismo quer demarcar-se do extremismo terrorista. Mas no terreno é de todo o género de aventureiros, mercenários e criminosos que continua a servir-se.

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Oposição venezuelana fundada por ex-universitários da Wall Street

Os EUA preparam “restauração da democracia” com oposição criada na Wall Street

Tony Cartalucci    23.Oct.12    Outros autores


A ingerência imperialista na Venezuela sofreu um duro golpe nas recentes eleições. Mas os seus planos são de longo prazo. Vêm muito de trás, e não se detêm perante um revés eleitoral. Os seus homens de mão estão colocados. Este artigo, anterior às eleições, ajuda a ilustrar a teia em que foram criados e em que se movem.

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