Mesmo com a pandemia, o governo continuou a desinvestir no SNS

Eugénio Rosa    12.Feb.21    Outros autores

São dados do próprio Ministério das Finanças que o confirmam: entre a saúde e o défice, o Governo opta pelo défice. Os números, ainda por cima com o país a contas com a pandemia, são elucidativos. Diminui o número de médicos. Reduzem-se em perto de 233 milhões as transferências previstas no Orçamento Suplementar, e em 25,2 milhões os fundos que têm como origem receitas de capital. Há quebras muito volumosas na assistência médica à população. O servil e obediente alinhamento com os incompetentes burocratas de Bruxelas dá nisto.

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