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Repugnante

Agostinho Lopes    09.Abr.20

Foi muito saudado o adjectivo “repugnante” aplicado por António Costa a declarações de um ministro holandês. Acontece que o problema nem de agora nem é de ministros holandeses, é da própria União Europeia. A história da UE é uma sucessão de actuações «repugnantes», porque é isso que está na sua natureza: a de criação e instrumento do capital monopolista. O que a UE não é, é o que o António Costa e outros costas nos andam a vender há tempo demais.

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Rafael Gómez Nieto e Manolis Glezos, dois dos nossos

Higinio Polo    08.Abr.20

No mesmo dia 30 de Março faleceram duas figuras da luta contra o nazi-fascismo: o espanhol Rafael Gomez Nieto e o grego Manolis Glezos. A trajectória pessoal de Glezos foi mais visível, e é a de um símbolo de resistência: desde o arrancar da bandeira nazi da Acrópole de Atenas até ao corajoso pedido de desculpas ao povo grego por ter confiado em Tsipras. Ambos ilustram o largo leque da unidade antifascista. Ambos são exemplos para um presente não menos difícil do que aquele que enfrentaram.

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Mentira e desinformação: a passadeira vermelha para o fascismo que espreita

André Solha    06.Abr.20

Quanto mais se agrava o impacto da pandemia no «ocidente», e mais ficam a nu as debilidades dos respectivos serviços de saúde (para além da irresponsabilidade – em vários casos criminosa – de muitos dos seus dirigentes), mais se intensifica a mentirosa campanha contra a RPC. Em vários casos sem qualquer disfarce: órgãos de «informação» citam a CIA como fonte.

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A pandemia e o fim da era neoliberal

Atílio Boron    05.Abr.20

Falta ainda saber quase tudo da actual crise. Instalou-se a ideia de que “nada poderá voltar a ser como dantes”. Alguns pensadores avançam uma perspectiva talvez demasiado optimista, porque nenhuma pandemia pode constituir um factor de transformação radical da sociedade. Que o capitalismo pode sofrer um forte abalo, é previsível. O que virá depois não depende de nenhuma especulação filosófica, depende - como afirmou Lénine - da existência, ou não, «de forças sociais e políticas que o façam cair».

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Defendemos medidas de prevenção e apoio social e distanciamo-nos do Estado de Emergência

João Oliveira    03.Abr.20

Era desnecessária a declaração de Estado de Emergência, continua a sê-lo agora que foi prolongado. Tudo o que era necessário fazer face à emergência sanitária e social podia ser feito sem recorrer a esta figura. O que a sua declaração fez foi dar cobertura à lei da selva contra direitos dos trabalhadores e das suas organizações, ataque que os termos em que é prolongado vêm ainda agravar. Em Portugal como em outros países a classe dominante quer tirar proveito da situação. É necessário intensificar o alerta.

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“Lay-off” fácil e rápido. O Decreto-Lei 10-G/2020 permite às empresas despedir milhares de trabalhadores

Eugénio Rosa    02.Abr.20

É importante falar, serena e objectivamente, da situação da economia enquanto tudo se faz para enfrentar a grave crise de saúde publica causada pelo “coronavírus”. Mas o patronato está a enveredar pelos despedimentos em massa. Contrariamente ao que aconteceu em Espanha onde o governo proibiu os despedimentos durante este período (o despedimento resultante do COVID-19 é considerado automaticamente despedimento injustificado) em Portugal o governo PS, cedendo às pressões dos patrões, aprovou uma lei que permite às empresas despedir arbitrariamente os trabalhadores que quiserem.

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O coronavírus e a China. Carta aberta a «Repórteres Sem Fronteiras»

André Lacroix    01.Abr.20

Quem esteja atento aos media portugueses tem agora um guia seguro para identificar jornalistas que são a voz do dono norte-americano: são os que todos os dias escrevem qualquer coisa a denegrir a República Popular da China. Os EUA estão manifestamente alarmados com o dramático contraste entre a sua desastrosa abordagem da pandemia e a forma como a China a enfrentou. “Repórteres sem Fronteiras” há muito que desempenha esse servil e anti-jornalístico papel.

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